Roma
vs. Cristãos

20/01/250 — No dia vinte de janeiro de 250 (há 1.776 anos), o imperador Caio Trajano Décio emitiu uma ordem executiva para perseguir todos os cristãos residentes no âmbito do Império Romano. Foi uma perseguição generalizada, historicamente marcante por ser a primeira perseguição sistêmica e organizada em nível imperial, em vez de localizada. Ao contrário das perseguições anteriores, o decreto do imperador visava forçar os cristãos a apostatar (renunciar à fé) através de ritos pagãos obrigatórios. Aqueles que realizavam o sacrifício na presença de magistrados recebiam um certificado, chamado libellus, provando sua lealdade.

A perseguição ocorreu durante a “crise do terceiro século”. O imperador acreditava que a negligência aos deuses tradicionais (devido ao crescimento do cristianismo) estava causando a ira divina sobre o império, resultando em pragas, invasões bárbaras e instabilidade política. A perseguição começou com um foco especial nos líderes da igreja (bispos). O Papa Fabiano foi um dos primeiros a ser martirizado em Roma no mesmo dia da edição do decreto. Milhares se recusaram a cumprir a ordem imperial e foram sumariamente executados. Outros fugiram de Roma. Entre esses fugidos estavam os líderes cristãos Cipriano de Cartago e Dionísio de Alexandria. O período de perseguição foi relativamente curto. Ele terminou com a morte do imperador Décio em 251.

Hino
Nacional

20/01/1890 — Foi oficializado no dia vinte de janeiro de 1890 (há 136 anos) o Hino Nacional Brasileiro. A letra leva a assinatura do poeta fluminense Joaquim Osório Duque Estrada. A música leva a assinatura do regente carioca Francisco Manuel da Silva. A oficialização se deu em decreto assinado pelo imperador Dom Pedro II. O hino passou assim à condição de um dos quatro símbolos nacionais. Os outros três são a bandeira, as armas e o selo. A primeira gravação do hino aconteceu em 1917. Ao longo do tempo, a letra e o ritmo sofreram algumas alterações pontuais. Durante a execução do hino, todos devem ficar em posição de sentido, inclusive os civis. A letra possui características do estilo parnasiano: linguagem rebuscada e sintaxe elaborada.


 

 

 



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