banner-topo

A França “inaugurou” o Nobel de Literatura em 1901 e fechou com ele em 2014

nobel-lista1Maior Número de Franceses

O Nobel de Literatura é um prêmio concedido anualmente desde 1901. É atribuído a um autor de qualquer nacionalidade que tenha produzido o mais destacado trabalho numa direção ideal O “trabalho” referido significa a obra inteira do escritor, seus principais livros, sua mentalidade, seu estilo e suas filosofias, não distinguindo uma obra em particular. A Academia Sueca é quem escolhe o vencedor e o anuncia no começo do mês de outubro de cada ano. Para muitos, é esse o maior e mais distinto prêmio que um escritor ou uma escritora pode receber dentro do ramo da literatura. Dois dos ganhadores com o prémio recusaram-no: Boris Pasternak (1958), por forte pressão do governo soviético, e Jean-Paul Sartre (1964), que alegou que a sua aceitação implicaria perder a sua identidade de filósofo. O site levou em consideração a nacionalidade dos escritores.

Ganhadores/País
1901 — Sully Prudhomme (França)
1902 — Theodor Mommsen (Alemanha)
1903 — Bjørnstjerne Bjørnson (Noruega)
1904 — José Echegaray (Espanha)
1904 — Frédéric Mistral (França)
1905 — Henryk Sienkiewicz (Polônia)
1906 — Giosuè Carducci (Itália)
1907 — Rudyard Kipling (Inglaterra)
1908 — Rudolf Eucken (Alemanha)
1909 — Selma Lagerlöf (Suécia)
1910 — Paulo von Heyse (Alemanha)
1911 — Maurice Maeterlinck (Bélgica)
1912 — Gerhart Hauptmann (Alemanha)
1913 — Rabindranath Tagore (Índia)
1914 — (Não foi atribuído)
1915 — Romain Rolland (França)
1916 — Verner von Heidenstam (Suécia)
1917 — Karl Adolph Gjellerup (Dinamarca)
1917 — Henrik Pontoppidan (Dinamarca)
1918 — Não foi atribuído
1919 — Carl Spitteler (Suíça)
1920 — Knut Hamsun (Noruega)
1921 — Anatole France (França)
1922 — Jacinto Benavente (Espanha)
1923 — William Butler Yeats (Irlanda)
1924 — Władysław Reymont (Polônia)
1925 — George Bernard Shaw (Irlanda)
1926 — Grazia Deledda (Itália)
1927 — Henri Bergson (França)
1928 — Sigrid Undset (Noruega)
1929 — Thomas Mann (Alemanha)
1930 — Sinclair Lewis (Estados Unidos)
1931 — Erik Axel Karlfeldt (Suécia)
1932 — John Galsworthy (Inglaterra)
1933 — Ivan Bunin (Rússia)
1934 — Luigi Pirandello (Itália)
1935 — Não foi atribuído
1936 — Eugene O'Neill (Estados Unidos)
1937 — Roger Martin du Gard (França)
1938 — Pearl S. Buck (Estados Unidos)
1939 — Frans Eemil Sillanpää (Finlândia)
1940 — Não foi atribuído
1941 — Não foi atribuído
1942 — Não foi atribuído
1943 — Não foi atribuído
1944 — Johannes Jensen (Dinamarca)
1945 — Gabriela Mistral (Chile)
1946 — Herman Hesse (Alemanha)
1947 — André Gide (França)
1948 — T. S. Eliot (Estados Unidos)
1949 — William Faulkner (Estados Unidos)
1950 — Bertrand Russell (País de Gales)
1951 — Pär Lagerkvist (Suécia)
1952 — François Mauriac (França)
1953 — Winston Churchill (Inglaterra)
1954 — Ernest Hemingway (Estados Unidos)
1955 — Halldór Laxness (Islândia)
1956 — Juan Ramón Jiménez (Espanha)
1957 — Albert Camus (Argélia)
1958 — Boris Pasternak (Rússia)
1959 — Salvatore Quasimodo (Itália)
1960 — Saint-John Perse (França)
1961 — Ivo Andrić (Bósnia Hezergovina)
1962 — John Steinbeck (Estados Unidos)
1963 — Giórgos Seféris (Grécia)
1964 — Jean-Paul Sartre (França)
1965 — Michail Sholokhov (Rússia)
1966 — Shmuel Yosef Agnon (Israel)
1966 — Nelly Sachs (Alemanha)
1967 — Miguel Ángel Asturias (Guatemala)
1968 — Yasunari Kawabata (Japão)
1969 — Samuel Beckett (Irlanda)
1970 — Alexander Soljenítsin (Rússia)
1971 — Pablo Neruda (Chile)
1972 — Heinrich Böll (Alemanha)
1973 — Patrick White (Austrália)
1974 — Eyvind Johnson (Suécia)
1974 — Harry Martinson (Suécia)
1975 — Eugenio Montale (Itália)
1976 — Saul Bellow (Estados Unidos)
1977 — Vicente Aleixandre (Espanha)
1978 — Isaac Bashevis Singer (Polônia)
1979 — Odysséas Elýtis (Grécia)
1980 — Czesław Miłosz (Polônia)
1981 — Elias Canetti (Bulgária)
1982 — Gabriel García Márquez (Colômbia)
1983 — William Golding (Inglaterra)
1984 — Jaroslav Seifert (República Tcheca)
1985 — Claude Simon (França)
1986 — Wole Soyinka (Nigéria)
1987 — Joseph Brodsky (Rússia)
1988 — Naguib Mahfouz (Egito)
1989 — Camilo José Cela (Espanha)
1990 — Octavio Paz (México)
1991 — Nadine Gordimer (África do Sul)
1992 — Derek Walcott (Ilha de Santa Lúcia)
1993 — Toni Morrison (Estados Unidos)
1994 — Kenzaburo Oe (Japão)
1995 — Seamus Heaney (Irlanda)
1996 — Wisława Szymborska (Polônia)
1997 — Dario Fo (Itália)
1998 — José Saramago (Portugal)
1999 — Günter Grass (Alemanha)
2000 — Gao Xingjian (China)
2001 — Vidiadhar Naipaul (Trinidad e Tobago)
2002 — Imre Kertész (Hungria)
2003 — J.M. Coetzee (África do Sul)
2004 — Elfriede Jelinek (Áustria)
2005 — Harold Pinter (Inglaterra)
2006 — Orhan Pamuk (Turquia)
2007 — Doris Lessing (Irã)
2008 — Jean-Marie Le Clézio (Ilhas Maurício)
2009 — Herta Müller (Romênia)
2010 — Mario Vargas Llosa (Peru)
2011 — Tomas Tranströmer (Suécia)
2012 — Mo Yan (China)
2013 — Alice Munro (Canadá)
2014 — Patrick Modiano (França)



© 2013 Tio Oda - Todos os direitos reservados