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O mito de Dânae, mãe de Perseu

danae1DÂNAE

Filha de Acrísio, rei de Argos, e de Eurídice. Um oráculo predissera que um filho dela mataria o soberano. Este , então, a encerrou numa câmara subterrânea ou numa torre de bronze, segundo diferentes versões. Zeus — o deus supremo —, que a amava secretamente, penetrou na câmara sob a forma de uma chuva de ouro e a seduziu. Dessa união, nasceu Perseu. Irritado, Acrísio colocou a mãe e o filho num cofre e os lançou no mar. A corrente marítima os levou até a Ilha de Serifo, uma das Ciclades, no Mar Egeu. Foram recolhidos pelo pescador Dictis, que lhes deu asilo. Agradecida, ela tomou para si as funções de limpeza e cozinha. Em troca, recebeu, além de comida e abrigo, a educação do filho.

Formaram um conjunto harmonioso até a juventude do filho. Na sequência, Polidectes, irmão do pescador e rei da ilha, se apaixonou por ela e tentou violentá-la. Perseu, já homem, a livrou do tirano e a acompanhou de volta a Argos, a terra natal. Numa versão latina, os dois, lançados ao mar, foram ter ao Lácio, na região da Itália, onde ela teria esposado Pilummo, fundador da cidade de Árdea. A sua fecundação por Zeus é considerada pelos estudiosos como símbolo da fecundação da terra pelos raios solares. Outras interpretações, porém — Eurípedes, por exemplo —, consideram a chuva de ouro um símbolo da riqueza que tudo vence, ultrapassando mesmo as barreiras de uma prisão considerada inexpugnável.


 

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