Emprego — Franca — Julho
resultado de julho18

25/08/2018 — No mês de julho, as empresas de Franca contrataram 3.717 trabalhadores e demitiram 4.022, restando o saldo negativo de 305 vagas de trabalho fechadas no período. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho. O maior impacto veio das indústrias de calçados. Elas, sozinhas, fecharam 477 vagas. Nos principais setores, os únicos que criaram emprego em julho foi o de serviços, com 252 novas vagas, e a construção civil, com 59. Esse fato compensou, em parte, o mau desempenho, das calçadistas, em julho. No acumulado do ano, o movimento do emprego formal em Franca registrou 29.169 admissões e 24.149 demissões, saldo de 5.020 novos postos de trabalho. O desempenho é inferior àquele registrado no mesmo período de 2017, quando o saldo positivo marcou 5.567 novas vagas. O julho de 2018 foi o pior desde 2007, segundo o Caged.

carteira de trabalhoAcumulado 2018
+ 2.647    Indústria Calçadista
+ 1.408    Serviços
+ 0.293    Indústria da Transformação
+ 0.363    Agropecuária
+ 0.251    Construção Civil
+ 0.092    Comércio
- 0.031    Administração Pública

Emprego Formal 2017
28/01/2018 — Franca começou janeiro de 2017 com 86.488 empregos formalizados no Ministério do Trabalho. Fechou o ano, em dezembro, com 294 vagas a menos, segundo dados publicados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho. Contribuiu fortemente para esse resultado exatamente o último mês do ano, que, sozinho, fechou 5.214 vagas. Esse saldo é decorrente do confronto das 1.601 admissões com as 6.815 demissões. A explicação técnica para o fato é a demissão em massa que, tradicionalmente, a indústria de calçados faz no fechamento do ano. Em dezembro, a área calçadista contratou apenas 99 trabalhadores e demitiu 3.450. Esses trabalhadores começarão, como de praxe, a serem recontratados somente após os negócios da Couromoda. A indústria calçadista é a que mais emprega em Franca: mais de 17 mil empregos formais.

Setor Industrial
O ano de 2017 não foi bom para a indústria de Franca. No geral, o setor demitiu 610 trabalhadores, os quais não conseguiram se recolocar. O saldo negativo é decorrência do encontro das 17.783 admissões com as 18.393 demissões. O saldo negativo é 26% maior que o registrado em 2016, quando 484 industriários demitidos ficaram fora do mercado de trabalho. A indústria de calçados demitiu, no ano passado, 508 trabalhadores em 2017 contra 382 em 2016. Um crescimento negativo de 32,9%. Nos últimos cinco anos, o 2017 só ganha, em negatividade na área calçadista, para o 2014 (- 2.434) e o 2015 (- 2.742). O 2013 fechou positivamente, com 876 novas vagas. O movimento de trabalhadores nas indústrias calçadistas, entre admitidos e demitidos, em 2017, foi de 27.876 registros. Em 2016, 31.410. A queda em números de registros: 11,3%.

comercio1Setor Comercial
Com um saldo positivo de 254 novas vagas em 2017, o setor comercial de Franca esboçou uma reação em relação a 2016 e a 2015. Em 2016, o saldo foi negativo em 637 vagas perdidas. O 2015 foi pior: 1.021 vagas perdidas. No ano passado, os 8.079 estabelecimentos comerciais registrados no Ministério do Trabalho movimentaram 21.248 registros, sendo 10.751 admissões e 10.497 demissões. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Segundo o Caged, o setor do comércio da cidade contava, em 1.º de janeiro de 2017, com 22.716 empregos formais. Virou dezembro com 22.971, crescimento de 1,2%. A retomada do emprego no comércio também é boa para a economia, pois o setor é o maior responsável pela geração de tributos nas área do ICMS e do ISS.

servicos1 ft emprego formalSetor de Serviços
Durante todo o ano de 2017, a cidade de Franca criou apenas 77 novas vagas no setor de serviços, a diferença entre as 10.517 admissões e as 14.440 admissões no período. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho demonstram que o número é 91,2% inferior ao saldo de 2016, que apresentou 878 novas vagas. Entre os subsetores, o grande vilão foi o “serviços de educação”, com saldo negativo de 151 vagas, decorrentes do confronto entre as 1.360 admissões com as 1.511 demissões ocorridas no período. Também fecharam negativamente o 2017 os subsetores da “hotelaria e alimentação” (-52) e das “instituições de crédito” (-29). Salvou a lavoura o subsetor dos “serviços imobiliários”, com a criação de 256 novas vagas. Também fecharam no “azul” os subsetores da “saúde” (+39) e dos “transportes e comunicação” (+14).

Construção Civil
Na contramão do Estado de São Paulo e do país, a construção civil, em termos de empregos formais, em Franca, mostrou estabilidade em 2017, no comparativo com 2016. Houve um crescimento de dois por cento. Em 1.º de janeiro do ano passado, o número de empregos registrados no Ministério do Trabalho era de 2.598 trabalhadores nos 957 estabelecimentos do setor. Fechou o mês de dezembro com 2.650, representando a criação de 52 novas vagas. Esse saldo decorre do confronto das 1.998 admissões com as 1.946 demissões registradas no período. No Estado de São Paulo, o saldo, em 2017, foi negativo, com o fechamento de 40.016 postos de trabalho. Esse resultado representa 34,8% do desempenho negativo do país, que fechou 115.061 vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).


 

 

 



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