Emprego

29/04/2019 — No mês de março de 2019, a criação de vagas de empregos com carteira assinada em Franca caiu 25,3% no comparativo com o mesmo mês de 2018. No mês passado, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados da Secretaria Nacional do Trabalho, as empresas da cidade geraram 589 vagas com carteira assinada. Em março do ano passado foram 789. No acumulado dos três primeiros meses do ano, o saldo também ficou no vermelho quando comparado com o saldo do mesmo período de 2018. No primeiro trimestre de agora, foram criadas 4.306 novas vagas, saldo positivo decorrente das 13.475 admissões e das 9.169 demissões registradas no CAGED. Entre janeiro e março do ano passado, o saldo ficou em 5.515 novos postos de trabalho, número 21,9% maior do que o registrado em 2019.

Calçados
Em março de 2019, as empresas calçadistas, embora em baixa, foram as que mais contrataram. O CAGED informa o saldo positivo de 486 novas vagas, decorrentes das 1.419 admissões e das 933 demissões registradas. Os outros grandes setores da economia também estiveram com o freio de mão puxado no mês três. O comércio abriu somente 42 novas vagas, seguido do setor de serviços, com 38, e da construção civil, com 26. No acumulado dos primeiros três meses do ano, as indústrias calçadistas apresentam saldo positivo de 3.268 novas vagas, contra as 3.881 registras no mesmo período de 2018, queda de 15,8% de um período para o outro. O saldo trimestral de 2018 já havia sido 5,87% menor do que o verificado em 2017, quando foram criadas 4.123 novas vagas.

JANEIRO
+ 1.640
FEVEREIRO
+ 2.077
MARÇO
+ 589

TOTAL
+ 4.306

Em 2018
28/01/2019 — A empresas de Franca fecharam 2018 com um déficit de 245 vagas no emprego formal. No ano passado, os 21.737 estabelecimentos formalizados no Ministério do Trabalho contrataram 43.161 trabalhadores e demitiram 43.406, gerando aquele saldo negativo, segundo os registros feitos no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. O CAGED informa que todos os grandes setores, menos o calçadista, terminaram o ano com saldo positivo, com destaque para o setor de serviços, com saldo de 1.364 novas vagas, seguido pelo setor comercial, com 538 novos empregos formais. A construção civil, com saldo positivo de oito vagas, e a agropecuária, com três, permaneceram estáveis em relação a 2017. O grande impacto negativo foi a indústria de calçados. O setor contratou 12.537 trabalhadores, mas demitiu 14.676, gerando o saldo negativo de 2.139 vagas fechadas em 2018.  O último saldo anual positivo das calçadistas aconteceu em 2013: 876 novas vagas.

Serviços Vs. Calçados
O setor de serviços, no emprego formal, cresceu 4,98% em 2018. Segundo os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados da Secretaria Nacional do Trabalho, a cidade fechou o mês de dezembro com 28.758 empregados formais no setor, contra os 27.394 registrados no dia 31 de dezembro de 2017, ganhando mais 1.364 vagas. Por seu lado, o setor calçadista  amargou o fechamento de 2.139 postos de trabalho, terminando 2018 com 14.750 trabalhadores formalizados. Esse número é 12,6% menor do que o existente em 31 de dezembro de 2017, 16.889 empregados com carteira assinada. A liderança na criação de empregos nos setor de serviços veio dos estabelecimentos de ensino. O sub-setor educacacional contratou 483 trabalhadores a mais em 2018. O segundo lugar pertence ao sub-setor de administração de imóveis, com 294 vagas, seguido do sub-setor de hotelaria e alimentação, com 238 novas vagas.

    Emprego Setores 2018
    SETORES     ADMISSÕES     DEMISSÕES     SALDO
    SERVIÇOS     12.340     10.976     1.364
    COMÉRCIO     10.892     10.354     538
    INDÚSTRIA GERAL     4.163     4.153     10
    CONSTRUÇÃO CIVIL     1.872     1.864     8
    AGROPECUÁRIA     1.198     1.195     3
    EXTRATIVISMO MINERAL     7     5     2
    INDÚSTRIA UTILIDADE PÚBLICA     30     32     -2
    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA     122     151     -29
    INDÚSTRIA CALÇADOS     12.537     14.676     -2.139
                       

 


 

 

 



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