inss1Aposentados

13/01/2021 — Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social que ganham acima do salário mínimo deverão ter reajuste de 5,45% nos benefícios em 2020. O porcentual aplicado é a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, divulgado nesta terça-feira (12) pelo IBGE.  Assim, o teto da previdência social subirá de R$ 6.101,06 para R$ 6.433,57 no exercício. Esse valor passará a ser referência para calcular o descontos nos salários dos trabalhadores com carteira assinada. O índice de reajuste ficou acima do índice de aumento do salário mínimo, de 5,36%.  Segundo o Ministério da Economia, caso o índice usado para a correção geral ficasse acima da estimativa, como ocorreu em 2020, o mínimo poderia ser revisto. Se isso acontecer, o mínimo passará de R$ 1.100,00 para R$ 1.102,00.

Milhões & Suíça

05/01/2020 — O Governo Federal contratou sem licitação um escritório de advocacia na Suíça por R$ 68,7 milhões. Trata-se do Lalive S.A., especializado em recuperação de ativos financeiros, com tem representações nas cidades de Genebra e Zurique. Segundo o contrato, o escritório ficará encarregado de representar o Brasil na justiça daquele país a fim de atuar em procedimentos criminais destinados à recuperação de ativos de origem ilícita e à compensação aos danos causados a diversos órgãos públicos. A Advocacia Geral da União estima que há pelo menos R$ 1 bilhão  “congelado” em contas na Suíça, mas não se sabe ao certo o número de pessoas físicas e empresas brasileiras com ativos ilícitos naquele país. O prazo do contrato com o escritório é de 48 meses, estendendo-se até dezembro de 2024.

licitacoes1Compras
públicas

27/12/2020 — Dados do governo de Jair Bolsonaro mostram que 2020 foi o ano das compras sem processos de licitação. Com a pandemia de coronavírus impondo ações rápidas aos gestores, foram gastos só na área da saúde R$ 8,8 bilhões em compras na modalidade “dispensa de licitação”. Em segundo lugar, o Ministério da Educação gastou R$ 1,9 bilhão sem concorrência. O Ministério da Cidadania completou os três primeiros lugares da lista com R$ 730 milhões gastos sem processos licitatórios. No total, o governo gastou R$ 13,3 bilhões sem promover a necessária competição de preços. O valor, segundo os dados do próprio governo, representa 40% de todas as compras feitas no ano. As informações são do jornalista Robson Bonin, da coluna Radar da revista Veja. Compras sem licitação pública são um prato cheio para a corrupção.

Empreiteiras
26/12/2020 — A Operação Lava-Jato desmontou um bilionário esquema de corrupção nos negócios de estatais com algumas das maiores empreiteiras do país. Seis anos depois, novas empresas surgiram no topo das verbas federais destinadas a obras públicas. Em 2020, a LCM Construção e Comércio foi a empreiteira que mais faturou no governo do Jair Bolsonaro. Foram R$ 437 milhões recebidos por obras rodoviárias do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes e do programa de construção de moradias Minha Casa Minha Vida. Em segundo lugar, a Neovia Infraestrutura Rodoviária faturou R$ 238 milhões no ano. A terceira empreiteira em faturamento, a Construtora Meirelles Mascarenhas, abocanhou R$ 225 milhões. No ano, o Governo Federal gastou R$ 2,4 bilhões de reais em obras.

Riquezas

04/12/2020 — O Produto Interno Bruto do Brasil cresceu 7,7% no terceiro trimestre de 2020 na comparação com o segundo trimestre, na série com ajuste sazonal. Em relação a igual período de 2019, o PIB caiu 3,9%, segundo estudo publicado pelo IBGE. Em valores correntes, o PIB totalizou entre julho e setembro R$ 1,891 trilhão, sendo R$ 1,627 trilhão em Valor Adicionado a preços básicos e R$ 264,1 bilhões em impostos sobre produtos líquidos de subsídios. A taxa de investimento no período registrou 16,2%, ficando praticamente estável em relação a observada no mesmo intervalo de 2019 (16,3%). No acumulado do ano até o terceiro trimestre de 2020, o PIB caiu 5,0% em relação a igual período de 2019. Nesta comparação, a agropecuária cresceu 2,4%. A indústria e os serviços registraram queda: -5,1% e -5,3%, respectivamente.

Ranking do PIB
por estado (x 1000)

2.119.854 São Paulo
0.671.362 Rio de Janeiro
0.576.199 Minas Gerais
0.423.151 Rio Grande do Sul
0.421.375 Paraná


 

 

 



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