planos de saude1ANS Vs. Planos De Saúde

08/11/2017 — A partir de janeiro de 2018, a cobertura mínima obrigatória dos planos de saúde será ampliada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. A nova listagem tem a inclusão de 18 novos procedimentos, entre exames, terapias e cirurgias, além da ampliação de cobertura para outros sete, incluindo medicamentos orais contra o câncer. Pela primeira vez, um medicamento para tratamento da esclerose múltipla foi incluído. A atualização dos procedimentos foi publicada no Diário Oficial da União. A nova lista é obrigatória para todos os planos de saúde contratados a partir da entrada em vigor da Lei nº 9.656 de 1998, ou àqueles que foram adaptados à lei. Clique AQUI para ver a lista de procedimentos da ANS para 2018.

Câncer 20170906Linfócitos & CAR-T

04/09/2017 — A matéria de capa da revista Veja faz referência a uma “revolução” que estaria acontecendo no tratamento contra o câncer. A revista foi buscar uma matéria sobre um método “radicalmente inovador”, aprovado nos Estados Unidos. Na fase de testes, segundo os relatos, a terapia salvou a vida de 52 pacientes que estavam morrendo de leucemia. Na capa, a foto da garota americana Emily Whitehead, a primeira a receber o tratamento. A arma usada pelos cientistas é o CART-T. No passo 1, os linfócitos T, as células do sistema imunológico que comandam as defesas do organismo, são extraídos do sangue do paciente.

No passo 2, esses linfócitos são modificados geneticamente em laboratório para produzir os CARs, as iniciais em inglês para receptores de antígeno quimérico. Esses receptores são capazes de reconhecer e atacar o câncer com mais potência e precisão. No passo 3, os linfócitos modificados são multiplicados milhões de vezes e, depois, reinseridos no paciente. No passo 4, os CARs T — linfócitos reprogramados — reconhecem as células cancerígenas. Ao se ligarem a elas, destroem o tumor. Até agora, o resultado dizem que 83% das crianças submetidas ao tratamento estão em remissão completa do câncer. Todos os pacientes da pesquisa já tinham passado, sem sucesso, pelos tratamentos convencionais.

Desenvolvimento Psíquico
31/03/2017 — O plenário da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que muda o Estatuto da Criança e do Adolescente para obrigar o Sistema Único de Saúde a adotar protocolo com padrões para a avaliação de riscos ao desenvolvimento psíquico das crianças. Agora, a matéria será enviada à sanção do presidente Michel Temer. Segundo o texto, os procedimentos de análise médica deverão ser aplicados nos primeiros 18 meses de vida da criança com a finalidade de facilitar a detecção de risco para o seu desenvolvimento psíquico. Os procedimentos serão feitos em consulta pediátrica de acompanhamento. A proposta entrará em vigor 180 dias após a publicação, período em que as unidades de saúde deverão se adequar.

Modernização Do Hospital Do Câncer
27/03/2017 — O Hospital de Câncer de Barretos inaugurou um centro de pesquisas moleculares voltado para a prevenção do câncer. Com um investimento de R$ 13,5 milhões, a unidade começará a funcionar em abril. Considerado inédito na América Latina, o centro vai associar padrões genéticos e comportamentos a doenças oncológicas. Ele ficará integrado ao hospital e ao Instituto de Ensino e Pesquisas do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, que hoje já desempenha estudos moleculares para casos de câncer avançado. A intenção também é a de estabelecer o maior banco de amostras — biobanco — da América Latina, além de desenvolver medicamentos e coordenar ações de educação e conscientização.

Saúde Fecha Leitos Da Pediatria
27/03/2017 — Entre 2010 e 2016, o Sistema Único de Saúde fechou quase 10,1 mil leitos de internação em pediatria clínica (para pacientes de zero a 18 anos), segundo levantamento inédito feito pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Em 2010, a rede pública tinha 48,2 mil vagas do tipo (entre leitos próprios e conveniados). Em 2016, caiu para 38,1 mil. Só em Unidades de Terapia Intensiva neonatais, estruturas necessárias para atender recém-nascidos em estado grave, faltam 3,2 mil leitos, conforme parâmetro da instituição. De acordo com a entidade, são necessários ao menos quatro leitos do tipo por mil nascidos vivos. No país, a taxa atual é de 2,9. O estado que perdeu mais leitos pediátricos no período é São Paulo. Os dados já foram repassados para o Governo Federal.


 

 

 


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