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Gilmar Mendes, o ministro do supremo, mestre do Direito Constitucional

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GILMAR FERREIRA MENDES nasceu no dia 30 de dezembro de 1955, na cidade de Diamantino, Mato Grosso.

Formou-se em Direito na Universidade de Brasília em 1978, onde também concluiu o curso de mestrado em Direito e Estado, em 1987, com a dissertação Controle de Constitucionalidade: Aspectos Jurídicos e Políticos. Em 1988, viajou para a Alemanha a fim de cursar mestrado na Universidade de Münster. Nessa mesma universidade prosseguiu seus estudos de doutoramento, que concluiu em 1990. De volta ao Brasil, passou a lecionar na Universidade de Brasília, na cadeira de Direito Constitucional, tanto na graduação quanto na pós-graduação.

No campo profissional, também foi procurador da República (1985—1988), adjunto da Subsecretaria Geral da Presidência da República (1990—1991), consultor jurídico da Secretaria Geral da Presidência da República (1991—1992), assessor técnico na Relatoria da Revisão Constitucional na Câmara dos Deputados (1993-1994), assessor técnico do Ministério da Justiça (1995—1996) e subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil (1996—2000). Em janeiro de 2000, foi nomeado advogado-geral da União, cargo que o credenciou para a indicação a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em junho de 2002. Foi presidente da corte entre 2008 e 2010.

Quando advogado geral da União, chefiava um time de cerca de dois mil procuradores que defendiam o governo em ações judiciais. Tinha o hábito de dormir às 22 horas e de se levantar às três da manhã para trabalhar no seu escritório de casa. Enlouquecia os assessores, pois, ao chegar ao gabinete, às 8 horas, já tinha pronta a lista das tarefas do dia. Ainda em 2002, foi acusado de aumentar seus rendimentos com a criação de um instituto que dava aulas para advogados do governo. Ele teria recebido mais de R$ 200 mil por aulas dadas a funcionários dos ministérios, do Congresso Nacional e do Poder Judiciário. Ainda em 2007, protagonizou uma discussão rasteira com o também ministro Joaquim Barbosa, que ganhou manchetes nos principais jornais do país. Acusou o antagonista de não comparecer às reuniões do STF e foi acusado de ter jagunços em sua fazenda no Mato Grosso. Mas durante o processo do mensalão, em 2012, eles estiveram juntos para a condenação de grandes figuras políticas nacionais por prática de improbidade.


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