marcelo-deda2Marcelo Déda

MARCELO DÉDA CHAGAS nasceu no dia 11 de março de 1960, na cidade de Simão Dias, Sergipe. Morreu no dia 2 de dezembro de 2013, na cidade de São Paulo, vítima de câncer gastro-intestinal.

Foi o caçula dos cinco filhos do casal Manoel Celestino Chagas e Zilda Déda Chagas. De origem humilde, o pai saiu de sua terra natal — Paripiranga, na Bahia — para se estabelecer na cidade vizinha de Simão Dias, já em território sergipano. Seus primeiros estudos se deram no Grupo Escolar Fausto Cardoso. Em 1973, a família mudou-se para Aracaju, onde se instalou no tradicional Bairro São José. No mesmo bairro, matricula-se no Colégio Estadual Atheneu Sergipense, formador de vários intelectuais e personalidades do estado. Sua militância política teve início no Movimento Secundarista.

Em 1980 ingressou no curso de Direito da Universidade Federal de Sergipe, onde se formaria quatro anos depois. O primeiro contato com o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da universidade foi feito na época de existência do grupo político estudantil de esquerda “Atuação”. Acompanhou no diretório estudantil a primeira greve universitária. Seu interesse pelas causas esquerdistas atraiu a atenção da militância política. Em 1982, na primeira eleição pelo PT, foi lançado candidato a deputado estadual. Estava com 22 anos e obteve apenas trezentos votos. Foi eleito, porém, na eleição seguinte (1986) com a maior votação de sua legislatura: teve mais de trinta mil votos. Disputou, em 1990, a reeleição para a assembleia, mas foi derrotado, obtendo pouco mais de 10% da votação anterior.

marcelo-deda1Quatro anos depois, em 1994, candidatou-se à Câmara Federal, sendo eleito com a maior votação do estado. Representou Sergipe, chegando à liderança do Partido dos Trabalhadores. Na sequência, em 1998, foi reeleito deputado federal. Elegeu-se prefeito de Aracaju em 2000, ainda no primeiro turno, com 52,8% dos votos. Reeleito em 2004, ampliou ainda mais o percentual de votos, subindo para 71,38% do colégio eleitoral. Em 2006, renunciou ao mandato de prefeito para se candidatar a governador, cargo que conseguiu também no primeiro turno, com 52,48% dos votos. Embora a eleição tenha sido mais disputada, reelegeu-se governador em 2010, no primeiro turno, com 52% dos votos válidos.


 

 

 



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