20160710 stan-leeGabriel Chalita

07/07/2016 — O escritor paulista Gabriel Chalita vai escrever uma história sobre a Amazônia, base para uma revista em quadrinhos e para um filme, a ser rodado em 2017. Ele fez uma parceria com o famoso cartunista americano Stan Lee para produzir a “Amazônia — Os Guardiões da Verdade”, cuja ideia original é do produtor brasileiro, radicado em Los Angeles, Frederico Lapenda. Os três assinarão o livro e o roteiro do filme juntamente com o também produtor Terry Douglas. Duas editoras brasileiras disputam os direitos de publicação no país. De acordo com as informações iniciais, a história também deverá virar série televisiva no Brasil. Na trama, animais amazônicos se unem para vencer um vilão que quer destruir a floresta. Chalita, além de escritor, é deputado federal por São Paulo.

g-chalita1Gabriel Chalita nasceu no dia 30 de abril de 1969, na cidade de Cachoeira Paulista, interior de São Paulo. Publicou seu primeiro livro aos doze anos de idade. Concluiu os estudos de filosofia na Faculdade Salesiana de Filosofia Ciências e Letras de Lorena, em 1989, e de bacharel em direito na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, em 1994. Em sucessivas defesas de teses, tornou-se mestre em ciências sociais e doutor em direito e comunicação e semiótica. É professor da PUC-SP, da Universidade Presbiteriana Mackenzie e do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). É membro da União Brasileira de Escritores, da Academia Paulista de Letras e da Academia Brasileira de Educação.

Politicamente, elegeu-se aos dezenove anos (1988) vereador e presidente da Câmara Municipal em sua cidade natal. Com a ascensão de Geraldo Alckmin em 2001, assumiu o cargo de secretário da Juventude, Esportes e Lazer. Posteriormente, em 2002, foi guindado ao cargo de secretário da educação. Em 2008, elegeu-se vereador na cidade de São Paulo, com 102.048 votos (o mais bem votado do Brasil). Em 2010, foi o segundo deputado federal mais votado do Estado de São Paulo, com 560.022 votos. Em 2011, deixou o Partido Socialista Brasileiro (PSB) para ingressar no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), pelo qual foi candidato a prefeito da capital paulista. Obteve 833.255 votos (13,6%), não suficiente para passar para o segundo turno. Depois dessas eleições, chegou a ser cotado para assumir o Ministério da Ciência e Tecnologia, mas o fato não se concretizou.


 

 


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