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A Playboy de setembro de 1980 trouxe na capa a “mulher nota 10”: Bo Derek

playboy-1980-08bo-derek3Playboy 09/1980
A capa da Playboy Brasil de agosto de 1980 foi a atriz Bo Derek. Dona de um corpo escultural, a beldade estava, então, com 24 anos. Além da capa, ganhou um ensaio interno de oito páginas, cujas fotos foram assinadas pelo seu então marido John Derek. O ensaio foi feito numa sala de massagens de Tóquio, Japão. A atriz teve a companhia de uma modelo japonesa. As duas interagem, criando um clima de muita sensualidade. Clique AQUI para saber mais sobre essa deusa loura, que ganhou o título de “mulher nota 10”.

clodovil-1980aNa tradicional entrevista, apareceu o polêmico estilista Clodovil Hernandes. Gay assumido, ele falou sem subterfúgios sobre homossexualismo, masculinidade, fofoca, elegância e sucesso. Disse ele, na ocasião: “Esse negócio de homossexual querer direitos é besteira. O que é preciso é cada macaco no seu galho, diante da vida”. Clique AQUI para ver a trajetória do estilista. Numa matéria especial, há uma sátira saborosíssima do Luiz Fernando Veríssimo sobre os planos do político Paulo Maluf de transferir a capital de São Paulo para o interior. O autor criou o personagem Torquato Testa, que se infiltrou no staf do malufismo para descobrir o segredo, que era guardado “a quatro chaves”.

m-bethania 1980aNa página 52, há a reportagem do jornalista Marco Aurélio Borba, que aborda um fenômeno que estava começando a acontecer no Brasil: a tietagem sexual. As fãs não se contentavam em tirar fotos com seus ídolos: eram queriam sexo. Segundo o cantor Zé Rodrix, “é comum um artista chegar ao hotel, após um show, e encontrar uma mulher nua na cama”. Mas o foco principal da matéria foi uma argentina que se apaixonara pela Maria Bethânia quanto esta fez um show em Buenos Aires. Ela veio ao Rio de Janeiro com o objetivo de se encontrar com a baiana, mas não deu sorte. Na reportagem internacional (página 65), um amplo perfil do empresário americano que queria comprar toda a prata do mundo. Clique AQUI para ver o resumo biográfico do Nelson Bunker Hunt.

s-moura1A playmate (garota do pôster) da edição foi a paulistana Sônia Moura. Mulataça de quatro costados, ela abandonou a segurança de um emprego no Tribunal de Justiça para enveredar pela carreira de modelo (Clique AQUI para ver). Num conto-reportagem na página 90, o americano Truman Capote fala de um assassino que mandava presentes. Ele parte de um caso real acontecido numa cidadezinha do oeste do seu país, que foi abalada por uma série de crimes brutais. O assassino enviava às vítimas um presente macabro sob a forma de um pequeno caixão de madeira entalhada, em cujo interior havia uma foto do destinatário. Na matéria de turismo, a publicação faz uma ampla viagem ao Havai, “um paraíso cheio de surpresas”. No país, sol tropical, ondas perfeitas para o surfe e praias tranquilas.

b-fiedler 1980aNuma interessante reportagem sobre futebol na página 102, os jornalistas Leopoldo Amorim e Sérgio Orcioulo fazem uma análise sobre “como voltar àqueles dias de alegria”. Eles dizem que o futebol brasileiro “tem tudo para ser um espetáculo milionário”. Infelizmente, não foi o que aconteceu nos anos subsequentes. A partir da página 106 até a página 155, um colírio para os olhos. O ensaio “As Deusas Loiras” traz algumas das mulheres mais bonitas do planeta: Jill de Vries, Sondra Theodore, Beatriz Fielder, Dorothy Stratten, Patricia McClain, Bebe Buell, Claudia Jennings, Bernie McCool, Christina Smith, Anita Russel, Misty Rowe, Lillian Müller, Ann Pennington, Doris Anders, Karen Morton e Janet Quist.

papagaio1A Piada da Edição
Para cair nas boas graças de um novo ministro, aquele subserviente burocrata ofereceu a ele uma recepção em casa. Mas, no meio da festa, a papagaia do anfitrião quase pôs tudo a perder quanto começou a gritar do seu poleiro na varanda: — “Abaixo o governo! Governo Ladrão! Abaixo o governo!

Quem contornou a situação foi a dona da casa, explicando aos convidados que havia ganhado de presente a desbocada ave havia poucos dias e desconhecia o seu repertório. — “Vou mandá-la para o galinheiro. Lá, ela aprenderá a se comportar.

Ao chegar ao galinheiro, a papagaia logo começou a ser assediada por três fogosos galos. Ofendida, tentou evitar a curra, argumentando: — “Sou uma prisioneira política, não uma prostituta!



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