Construção
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10/07/2021 — O Índice Nacional da Construção Civil registrou alta de 2,46% em junho, a maior taxa da série com desoneração da folha de pagamentos, iniciada em 2013. O resultado ficou 0,68% acima da taxa de maio (1,78%). As taxas apresentaram alta em todas as regiões, sobretudo no Sul (3,80%), puxada pela alta no Paraná (5,42%). O acumulado marca 11,38% e, nos últimos doze meses, de 20,92%. Em junho de 2020 o índice registrou 0,14%. O custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 1.387,73 em maio para R$ 1.421,87 em junho. Desse valor, R$ 829,19 relativos aos materiais e R$ 592,68 à mão-de-obra. A parcela dos materiais subiu 2,36%. A parcela da mão-de-obra teve alta de 2,60%. No primeiro semestre deste ano, as altas acumuladas carimbaram 16,73%  para os materiais e 4,70% para a mão-de-obra.

Mês a mês
por metro quadrado

Janeiro   Fevereiro   Março
1.301,84   1.319.18   1.338,35
         
Abril   Maio   Junho
1.363,41   1.387,73   1.421,87
         

Pesquisa IBGE

07/06/2021 — A indústria da construção civil gerou R$ 288 bilhões em valor de incorporações, obras e/ou serviços em 2019. Desse valor, R$ 273,8 aconteceram em obras e/ou serviços (95,1%) e R$ 14,2 bilhões em incorporações (4,9%). Entre 2010 e 2019, a Pesquisa Anual da Indústria da Construção do IBGE mostrou a perda de participação das obras de infraestrutura no valor gerado pelo setor: de 44,1% caiu para 32,2%. Já a construção de edifícios avançou de 39,1%, pulando para 44,2% no período. Assumiu, assim, o primeiro lugar no ranking. Mas a maior alta foi de a área de serviços especializados para construção: de 16,8% foi para 23,6%. Em 2019, segundo os dados, a indústria da construção civil tinha 125,1mil empresas ativas. Houve pequena alta (mais 481 empresas) frente ao número de 2018. Já em relação a 2010, o número de empresas do setor cresceu 61,4%.


 

 

 



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