Um Italiano No Topo
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07/01/2015 — O site de pesquisa e estatística alemão IFFHS divulgou a lista dos melhores árbitros de 2014, eleitos com votação de jornalistas colaboradores de todos os países. Árbitro da final da Copa do Mundo de 2014, o italiano Nicola Rizzoli foi colocado no primeiro lugar, com 131 pontos. Ele superou o inglês Howard Webb, que ficou na segunda posição, somando 78 pontos. Rizzoli, de 43 anos, iniciou sua carreira profissional em 2002 e se projetou internacionalmente em 2007. Na lista dos dez melhores não há brasileiros. Completam o “top 10”: Félix Brych (Alemanha), Björn Kuipers (Holanda), Ravshan Irmatov (Uzbequistão), Pedro Proença (Portugal), Carlos Carballo (Espanha), Cüneyt Cakir (Turquia), Marco Antônio Moreno (México) e Nestor Pitana (Argentina).

NICOLA RIZZOLI nasceu no dia 5 de outubro de 1971, na localidade de Mirandola, Emilia-Romanha, Itália. Além de árbitro de futebol, é arquiteto. Desde 2002 pertence aos quadros da Federação Italiana. Ascendeu aos quadros da Federação Internacional (Fifa) em 2007. Principais trabalhos: final da Liga Europeia em 2010 (Atlético de Madri 2 x 1 Fulham da Inglaterra), três partidas pela Eurocopa em 2012 e a final da Copa dos Campeões da Europa em 2013 (Borussua Dortmund 1 x 2 Bayern de Munique). Selecionado para a Copa do Mundo de 2014, arbitrou as partidas Espanha 1 x 5 Holanda (primeira fase), Nigéria 2 x 3 Argentina (primeira fase) e Argentina 1 x 0 Bélgica (quartas de final). Devido ao seu desempenho foi escolhido para dirigir a final entre a Alemanha (1) e a Argentina (0). Sua atuação foi elogiada pela crônica esportiva presente no Estádio do Maracanã.


 

nishimura1Yuichi Nishimura: a ajuda japonesa

Nasceu no dia 17 de abril de 1972, na cidade de Tóquio, Japão.

Começou a carreira em 1999 na Liga Japonesa de Futebol. Em 2004 entrou para os quadros da Federação Internacional de Futebol (Fifa), depois de se destacar em torneios internacionais asiáticos e africanos. Em 2007 apitou partidas do Campeonato Mundial Sub-17 e, em 2010, foi selecionado para a Copa de 2010, realizada na África do Sul. Nesse torneio, apitou o jogo em que o Brasil foi eliminado pela Holanda nas quartas de final por 2 x 1. Na partida, ele expulsou o médio volante brasileiro Felipe Mello por prática de jogo violento.

Selecionado para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, dirigiu o jogo de abertura entre a seleção da casa e a Croácia. Sua atuação foi muito polêmica no jogo, que ficou em 3 x 1 para o Brasil. De acordo com a maioria dos críticos esportivos, ele teria favorecido os brasileiros. Primeiro, teria feito vistas grossas a uma agressão (cotovelada no rosto) do atacante Neymar Júnior a um adversário. A falta era para cartão vermelho, mas ele resolveu apenas advertir o brasileiro com cartão amarelo. Logo em seguida, o próprio Neymar faria o gol de empate. A segunda falha teria sido a marcação de um pênalti inexistente no atacante Fred Guedes, propiciando a oportunidade para o segundo gol do Brasil.

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archundia1Benito Archundia

Benito Armando Archundia Téllez nasceu no dia 21 de março de 1966, na localidade de Tlalnepantla de Baz, México. Começou a carreira profissional em 1985, passando para os quadros da Federação Internacional de Futebol (Fifa) em 1993. Seu primeiro jogo internacional foi entre as equipes dos Estados Unidos e da Grécia, ocorrido em 1994. É um dos que mais apitaram jogos de copa do mundo: oito partidas, sendo cinco em 2006 e três em 2010. Além disso, dirigiu as finais do Mundial de Clubes em 2005 e 2009. Aposentou-se do apito em 2011. É também advogado e economista.

Jogos de Copa do Mundo
13/06/2006 — Brasil 1 x 0 Croácia (primeira fase)
18/06/2006 — França 1 x 1 Coreia do Sul (primeira fase)
22/06/2006 — República Tcheca 0 x 1 Itália (primeira fase)
26/06/2006 — Suíça 0 x 0 Ucrânia (oitavas de final)
04/07/2006 — Alemanha 0 x 2 Itália (semifinais)
14/06/2010 — Itália 1 x 1 Paraguai (primeira fase)
25/06/2014 — Portugal 0 x 0 Brasil (primeira fase)
10/07/2010 — Uruguai 2 x 3 Alemanha (terceiro lugar)

Outros mexicanos famosos
Alfonso Cuarón (cineasta) — Lupita Nyong´o (atriz) — Linda Christian (atriz)


batres2Carlos Batres

Carlos Alberto Batres González nasceu no dia 02 de abril de 1968, na Cidade da Guatemala.

Entrou para os quadros da Federação Internacional de Futebol (Fifa) em 1. º de janeiro de 1996. Realizou sua primeira partida internacional no dia 27 de outubro de 1996 ao dirigir a partida entre o Panamá e o Canadá pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 1998. Selecionado para a Copa do Mundo de 2002, na Espanha, arbitrou as partidas entre a Dinamarca e o Senegal e Alemanha e Paraguai, na primeira fase da competição.

Arbitrou a final da Copa do Mundo de Clubes de 2006 entre Internacional e Barcelona e também as finais da Copa Ouro da CONCACAF de 2002, 2005 e 2007. Também esteve na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Nesse torneio, arbitrou Argélia e Eslovênia e Itália e Nova Zelândia, na primeira fase. Causou polêmica ao marcar um pênalti duvidoso, que possibilitou o empate aos italianos. Apesar das críticas, foi mantido para as fases posteriores da competição.

batres1Jogos de Copa do Mundo
06/06/2002 — Dinamarca 1 x 1 Senegal (primeira fase)
15/06/2002 — Alemanha 1 x 0 Paraguai (primeira fase)
13/06/2010 — Argélia 0 x 1 Eslovênia (primeira fase)
20/06/2010 — Itália 1 x 1 Nova Zelândia (primeira fase)
03/07/2010 — Paraguai 0 x 1 Espanha (quartas de final)

Outro guatemalteco famoso
Miguel Astúrias (escritor)


alberto-undiano1Alberto Undiano

Alberto Undiano Mallenco nasceu no dia 8 de outubro de 1973, na cidade de Pamplona, Espanha.

Além de árbitro, exerce a profissão de sociólogo. Entrou para os quadros da Federação Internacional de Futebol (Fifa) em 2004. Foi considerado o melhor árbitro espanhol pela revista Don Balon em 2005 e 2007. Em 2007, foi selecionado para apitar os jogos da Copa do Mundo Sub-17. Dirigiu as partidas entre Canadá e Chile, no dia 1.º de julho, e a finalíssima entre Argentina e República Tcheca, no dia 23 de julho.

Foi o único árbitro espanhol selecionado para a Copa do Mundo de 2010, realizada na África do Sul. Arbitrou a partida em que a Sérvia venceu a Alemanha por 1 x 0, realizada no dia 18 de junho, primeira fase. Nesta partida, distribuiu nove cartões amarelos e expulsou o alemão Miroslav Klose por prática de antijogo aos 36 minutos do primeiro tempo. Sua atuação, em que privilegiou a distribuição indiscriminada de cartões para se impor, foi bastante criticada pela imprensa internacional. Assim, não teve chances de outra atuação no torneio.

Outros espanhóis famosos
Alarcon y Ariza (escritor) — Antonio Gaudi (arquiteto) — Diego de Almagro (conquistador)
Fernando Alonso (piloto de Fórmula-1) — Francisco de Quevedo (escritor) — Lope de Veja (escritor)
Louis Blanc (historiador) — Marco Trajano (imperador romano) — Mateo Alemán (escritor)
Rafael Nadal (tenista)


 

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