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Fato do dia: Batalha de Cranão

Fato do dia: Batalha de Cranão

7/08/322 a.C. — Aconteceu no dia sete de agosto do ano 322 antes da Era Cristã (há 2.348 anos) a Batalha de Cranão. O conflito opôs o exército da Macedônia ao exército de uma federação de cidades gregas, grupo liderado pela cidade de Atenas. O nome da batalha refere-se à cidade homônima na Região da Tessália no centro-norte da Grécia. O conflito decorreu da inconformidade dos gregos com o domínio imposto pelos macedônicos após a morte do rei Alexandre, o Grande. Atenas e os seus aliados recusaram-se a aceitar a autoridade do novo rei macedônico, o Filipe 3.º. A vitória na batalha coube aos macedônicos liderados pelos generais Antipatro e Crátero. Clique no título.
O Caanto foi morto pelo deus Apolo

O Caanto foi morto pelo deus Apolo

CAANTO — Filho do deus Oceano e da deusa Tétis. Ficou arrasado com o rapto da irmã, a ninfa Mélia, pelo deus Apolo. Era muito apegado a ela. Transtornado, saiu pelo à procura dela, mas não conseguiu encontrá-la. Enfurecido, ateou fogo num santuário dedicado ao deus. Apolo o matou com uma flechada. O Caanto foi sepultado na cidade de Tebas, bem junto à fonte do deus da guerra Ares. Por seu lado, a Mélia teve ligação duradoura com o Apolo. Teve dois filhos do deus: Ismênio e o Tênaro. Depois de morta, deu nome a uma fonte na cidade de Tebas. Passou a ser cultuada no templo do Apolo.  Clique no título.
Odhair Thristão: perfil

Odhair Thristão: perfil

ODHAIR THRISTÃO é jornalista e  bacharel em direito. Foi secretário municipal de Governo de Franca entre 2005 e 2008, chefe do controle interno da Prefeitura Municipal da mesma cidade entre 2005 e 2010 e secretário  adjunto de finanças entre 2009 e 2010.  Este site foi construído para discutir assuntos variados, em especial administração pública, cultura, esportes, personalidades, etc. Se o assunto não estiver na página frontal, procure-o com uma palavra-chave em “pesquisar”. Críticas, sugestões e correções são muito bem vindas. Clique no título para ver o perfil completo do autor.
Fato do dia: Batalha de Cranão
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O Caanto foi morto pelo deus Apolo
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Odhair Thristão: perfil
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01Montoro

ANDRÉ FRANCO MONTORO nasceu no dia 14 de julho de 1916 e morreu no dia 16 de julho de 1999 na cidade de São Paulo. Foi o governador número 52 do Estado de São Paulo. Filho de um tipógrafo, começou a trabalhar ainda adolescente na oficina do pai. Terminado o colegial, fez concurso e entrou na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde obteve a graduação em 1934. Posteriormente, graduou-se também em filosofia e pedagogia.

Nessas matérias conseguiu a licenciatura de professor em 1938. Nos anos seguintes, foi professor na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Entre 1940 e 1950 esteve no cargo de procurador do estado. Iniciou a carreira política em 1947 como vereador eleito da cidade de São Paulo pelo Partido da Democracia Cristã. A atuação combativa no parlamento municipal o levou à eleição para deputado estadual em 1950. Em 1958 foi eleito pela primeira vez deputado federal. Conseguiu a reeleição em 1962 e 1966. Ingressou no Movimento Democrático Brasileiro com a instauração do regime militar em 1964.

Pelo MDB conseguiu a eleição para o Senado Federal em 1970 e a reeleição em 1978. Aprovada a eleição direta para governadores de estado em 1982, candidatou-se ao cargo no Estado de São Paulo. Faturou o pleito ao obter 49% dos votos contra 25,6% do candidato Reinaldo de Barros (PDS), 13,6% do Jânio Quadros (PTB) e 10,7% do Hélio Bicudo (PT). À frente do mais importante estado do país fez uma administração de reconstrução. Além da recuperação administrativa, também participou ativamente do movimento das Diretas Já. Com a diversificação partidária a partir de 1988, tornou-se um dos fundadores do PSDB. Montoro é normalmente referenciado na literatura política como um dos maiores líderes políticos do país em todos os tempos.


 

A Gata do Dia

20230807 Mariah Angelique 

 



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