Serviços

12/11/2019 — Em setembro de 2019, o setor de serviços no Brasil teve crescimento de 1,2% frente a agosto. Em relação a setembro de 2018, o volume de serviços subiu 1,4%, quinta taxa positiva não sequencial no ano. O acumulado no ano registra 0,6%. Em termos trimestrais, observou-se crescimento de 0,6% no terceiro trimestre deste ano, quinto resultado positivo seguido neste tipo de confronto, com ganho de dinamismo frente a abril-junho de 2019 (0,1%), todas as comparações contra iguais períodos do ano anterior. O acumulado nos últimos doze meses assinalou ligeiro ganho de ritmo ao passar de 0,6% em agosto para 0,7% em setembro de 2019. Entre as taxas positivas, o destaque vai para os “serviços profissionais e administrativos”, com 1,8%. Do lado negativo, ficaram aquém os “serviços de informação e comunicação”, com queda de -1,0%. Os dados são do IBGE.

Emprego
Na questão da carteira assinada, o setor de serviços criou razoável número de vagas de emprego em setembro de 2019. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados da Secretaria Nacional do Trabalho, foram abertas 64.533 novos postos de trabalho nos quase quatro milhões de estabelecimentos registrados. O saldo de setembro deste ano é superior ao registrado em setembro do ano passado, quando foram criadas 60.964 vagas. No acumulado de 2019, o setor de serviços tem saldo positivo de 387.487 novos postos de trabalho com carteira assinada. Segundo o Caged, esse saldo é 1,91% menor do que o registrado nos primeiros nove meses de 2018, de 395.016 novas vagas. O setor de serviços emprega 17,4 milhões de trabalhadores no Brasil, sendo 5,785 milhões no Estado de São Paulo. Em Franca, são 28.780.

Agosto
15/10/2019 — Em agosto de 2019, o setor de serviços variou -0,2% em relação ao mês anterior, após avançar 0,7% em julho. Na comparação com agosto de 2018, o setor recuou 1,4%, quarta taxa negativa não sequencial deste ano. No acumulado do ano, os serviços avançaram 0,5%, mas com ligeira perda de dinamismo frente aos primeiros sete meses de 2019 (0,8%). No acumulado dos últimos doze meses, ao avançar 0,6%, o setor perdeu ritmo na comparação a junho (0,7%) e a julho (0,9%). Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE. A maior influência na queda das atividades dos serviços, na passagem de julho para agosto, veio do sub-setor dos “transportes”, com -0,90%. Por outro lado, os “serviços profissionais, administrativos e complementares” cresceram 0,50%.


 

 



© 2017 Tio Oda - Todos os direitos reservados