Serviços
16/07/2026 — Em maio de 2026, o volume de serviços no Brasil recuou -0,4%, após ter registrado alta (1,1%) em abril. Dessa forma, o setor se encontra 19,6% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e fica 0,5% abaixo do topo da série histórica, topo alcançado em outubro de 2025. Frente a maio de 2025, o volume de serviços cresceu 0,4%. Foi o 26.º resultado positivo consecutivo. O acumulado de janeiro a maio deste ano carimbou 1,9% frente a igual período de 2025.
O acumulado nos últimos doze meses marcou 2,6%, reduzindo o ritmo de expansão frente ao observado em abril (2,9%). A redução do volume de serviços observada na passagem de abril para maio de 2026 se fez acompanhar por duas das cinco atividades investigadas pelo IBGE: os transportes (-1,0%) e os outros serviços (-1,9%). Os serviços profissionais, administrativos e complementares (1,9%) e os serviços prestados às famílias (0,2%) assinalaram os avanços do mês. Por sua vez, os serviços de informação e comunicação (0,0%) mostrou estabilidade. Mas na comparação anual (maio de 2026 vs. maio de 2025), esse setor foi o que mais cresceu: 5,2%.
Emprego
30/06/2026— Em maio de 2026, o setor de serviços abriu 45.655 postos de trabalho com carteira assinada no Brasil. No quinto mês do ano, as empresas contrataram 1.047.797 trabalhadores e demitiram 1.002.142. O resultado de maio foi menor do que o observado abril, mês em que foram abertas 65.289 vagas. Também foi bem menor que o desempenho de maio de 2025, cujo saldo marcou a abertura de 72.188 vagas. No acumulado de 2026 — janeiro a maio —, as vagas criadas pelo setor marcaram 493.917, queda de -13,3% em relação ao desempenho do mesmo período de 2025 (569.731 novas vagas). O setor dos serviços virou maio de 2026 com 23.383.101 carteiras assinadas, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho.
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