transportes1Serviços

14/01/2019 — Em dezembro de 2019, o volume do setor de serviços variou -0,4% frente ao mês anterior. Foi o segundo decréscimo seguido neste tipo de indicador, com perda de 0,5% verificada entre novembro e dezembro. Esse fato reduziu parte do ganho acumulado entre setembro e outubro (2,2%). Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o volume de serviços avançou 1,6% em dezembro de 2019. Alcançou, portanto, a quarta taxa positiva consecutiva. No acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 1,0%. Interrompeu a sequência de quatro anos sem crescimento: 2015 (-3,6%), 2016 (-5,0%), 2017 (-2,8%) e 2018 (0,0%). Com -1,5%, o setor de transportes foi o que mais reduziu as atividades em dezembro de 2019.

Emprego Formal
17/01/2020 — No emprego com carteira assinada, o setor de serviços fechou em dezembro 113.852 vagas em todo o país. Esse é o saldo do confronto entre 437.969 admissões com as 551.821 demissões registradas no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Governo Federal. No mês doze, todos os sub-setores pesquisados pelo CAGED apresentaram saldo negativo. O maior veio do sub-setor do “comércio e administração de imóveis”, com o fechamento de 18.836 postos de trabalho. No acumulado do ano, porém, os serviços contabilizam 169.474 novas contratações. Para esse saldo, São Paulo  (71.811) contribuiu com 42,3%Franca criou 179 (0,10%) novas vagas no setor entre janeiro e novembro, de acordo com os números oficiais.

Em Novembro
17/01/2020 — Em novembro de 2019, na série com ajuste sazonal, o setor de serviços no Brasil mostrou ligeira variação negativa (-0,1%) frente ao mês anterior, após crescimento acumulado de 2,2% entre setembro e outubro. Na série sem ajuste sazonal, contudo, o total do volume de serviços avançou 1,8% em novembro de 2019 frente a igual mês do ano anterior, alcançando a terceira taxa positiva consecutiva. Houve crescimento de 0,9% tanto no acumulado do ano de 2019 como no acumulado em doze meses. Houve expansão em quatro das cinco atividades de serviços pesquisadas pelo IBGE. A contribuição positiva mais relevante veio do sub-setor de “informação e comunicação”, com crescimento de 4,0%. Nessa área, o destaque ficou com as atividades exercidas na internet.


 

 



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