Calçados

12/06/2020 — As indústrias de calçados brasileiras exportaram  2,7 milhões de pares de sapatos em maio. Esse movimento gerou US$ 23,9 milhões em receitas. Houve quedas tanto em volume (-64,7%) quanto em receita (-66%) em relação ao mês mesmo de 2019. Com o resultado, no acumulado dos cinco primeiros meses de 2020, as exportações calçadistas somaram 39,53 milhões de pares e US$ 294,9 milhões, quedas de 22,1% 28,7%, respectivamente, na comparação com o mesmo período do ano passado. Nos cinco primeiros meses, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos.

De acordo com os números da Secretaria Especial de Comércio Exterior, os americanos compraram 3,8 milhões de pares por US$ 57,7 milhões, registrando-se queda de 32,3% e de 32,1%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. O segundo destino, a Argentina, movimentou 2,88 milhões de pares por US$ 29,47 milhões, queda de 3,8% em volume e de 21,7% em receita no comparativo com o mesmo período de 2019. Completando os três principais destinos, a França importou 2,68 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 19,52 milhões, quedas de 17,8% e de 10,7%, respectivamente, ante 2019.

2020 JANEIRO
Pares  12.555.893
Valor  US$ 91.494.599

2020 FEVEREIRO
Pares  10.591.605
Valor  US$ 75.218.047

2020 MARÇO
Pares  8.880.676
Valor  US$ 74.201.030

2020 ABRIL
Pares  4.840.000
Valor  US$ 30.300.000

2020 MAIO
Pares  2.700.000
Valor  US$ 23.900.000

Importações
Nos primeiros cinco meses de 2020, o Brasil importou 11,65 milhões de pares, com movimento de US$ 138,32 milhões. Houve queda de 16% em volume e de 10,3% em pagamentos na relação com mesmo período de 2019. Segregando apenas o mês de maio, as importações caíram 47,4% em pares e 50% em receita no comparativo com mês correspondente do ano passado. As principais origens das importações calçadistas foram os países asiáticos: Vietnã (4,68 milhões de pares e US$ 78,78 milhões), Indonésia (1,4 milhão de pares e US$ 23 milhões) e China (4,58 milhões de pares e US$ 18 milhões). Juntos, esses três países responderam por mais de 80% das importações brasileiras de calçados e partes (cabedais, saltos, solados, palmilhas, etc.).


 

 

 

 

 



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