Serviços
19/05/2026 — Em março de 2026, o volume de serviços no Brasil registrou queda de -1,2% frente a abril na série livre de influências sazonais, após ter apresentado estabilidade (0,0%) em fevereiro. Dessa forma, o setor está 18,2% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 1,7% abaixo do topo da série histórica, topo alcançado em outubro de 2025. Frente a março de 2025, o volume de serviços cresceu 3,0%. Foi o seu 24.º resultado positivo consecutivo. O acumulado de janeiro a março de 2026 marcou avanço de 2,3% frente a igual período de 2025.
O acumulado nos últimos doze meses está em 2,8%. Manteve assim o ritmo de expansão frente ao observado em fevereiro (2,8%) e assinalou a taxa menos intensa desde outubro de 2024 (2,7%). O recuo do volume de serviços na passagem de fevereiro para março de 2026 foi observado em todas as cinco atividades investigadas pelo IBGE, com destaque para os serviços de transportes (-1,7%). As demais quedas vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,1%), dos serviços de informação e comunicação (-0,9%), dos outros serviços (-2,0%) e dos serviços prestados às famílias (-1,5%).
Emprego
30/04/2026— Em março de 2026, o setor de serviços abriu 152.391 postos de trabalho com carteira assinada no Brasil. No terceiro mês do ano, as empresas contrataram 1.214.329 trabalhadores e demitiram 1.061.938. O resultado de março contrastou negativamente com o resultado de fevereiro, mês em que foram abertas 185.736 vagas. Mas foi melhor que o desempenho de março de 2025, cujo saldo marcou a abertura de 56.907 vagas. No acumulado de 2026 — janeiro a março —, as vagas criadas pelo setor marcaram 382.299, avanço de 2,59% em relação ao desempenho do mesmo período de 2025 (372.614 novas vagas). O setor dos serviços virou março de 2026 com 24.165.846 carteiras assinadas, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho.
