moveis e eletros1Móveis

10/09/2020 — As vendas do comércio varejista cresceram 5,2% em julho na comparação com junho, engatando a terceira alta mensal consecutiva, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Apesar de continuar em trajetória de recuperação, o setor ainda acumula queda de -1,8% no ano. Nos últimos doze meses,  movimento passou de 0,1% em junho para um avanço de 0,2% em julho. Essa é  a melhor taxa em vinte anos para o mês.

O avanço em julho, porém, se deve sobretudo à base baixa de comparação após o tombo histórico registrado em abril. O avanço também representa desaceleração frente a alta recorde de 13,3% em maio e de 8,5% em junho. Na série sem ajuste sazonal, em relação a julho de 2019, o comércio varejista cresceu 5,5%. O resultado veio acima do esperado. No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas cresceu 7,2% em relação a junho e 1,6% ante julho do ano passado, interrompendo uma sequência de quatro meses em queda. No acumulado no ano e em doze meses, porém, ainda há perdas de -6,2% e -1,9%, respectivamente.

Segundo o IBGE, alguns setores já estão bem acima dos níveis de fevereiro, como “móveis e eletrodomésticos” (16,9% acima), “materiais de construção” (13,9%)  “hiper e supermercados” (8,9%) e “artigos farmacêuticos” (7,3%). Por outro lado, seguem abaixo do nível pré-pandemia categorias como “tecidos, vestuário e calçados(-32,7%), “livros, jornais, revistas e papelaria” (-27,2%) e “veículos” (-19,7%). Com o resultado de julho, o comércio brasileiro superou em 5,3% o patamar de vendas registrado antes do início da pandemia do coronavírus. A receita nominal do varejo subiu 5,7% em julho. Na comparação com julho do ano passado, a diferença e de +8,8%. No acumulado no ano, tem elevação de 1,4%. Em doze meses, passou a acumular alta de 3%.


 

 

 



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