1.º Tri 2019

25/04/2019 — O Bradesco anunciou lucro líquido contábil de R$ 5,820 bilhões no primeiro trimestre, alta de 30,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro líquido recorrente (que desconsidera efeitos extraordinários) foi de R$ 6,200 bilhões nos três primeiros meses do ano, alta de 22,3% frente ao primeiro trimestre de 2018 (R$ 5,100 bilhões). O retorno sobre o patrimônio líquido, um indicador da lucratividade, atingiu 20,5% no mesmo período, alta de 0,80% na comparação com o quarto trimestre de 2018, o patamar mais elevado dos últimos 15 trimestres. A margem financeira subiu 4,20% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, atingindo R$ 14,2 bilhões.

O banco atribuiu o bom desempenho à maior margem financeira com clientes, as menores despesas com provisões para perdas com devedores duvidosos e o maior resultado das operações de seguros, previdência e capitalização, além do bom resultado das receitas de prestação de serviços. A carteira de crédito expandida alcançou R$ 548,3 bilhões em março, com alta de 11,4% na comparação anual e um acréscimo de 3,10% em relação ao final de 2018. Nas linhas para pessoas físicas o avanço foi de 12,7% na comparação anual. Na carteira para pessoas físicas o crescimento foi de 12,6%. O índice de inadimplência acima de noventa dias caiu pelo oitavo trimestre seguido, ficando em 3,27% em março, frente aos 3,51% de dezembro de 2018

luiz carlos trabuco1Lucro 2018
01/02/2019 — O Bradesco anunciou nesta lucro líquido contábil de R$ 5,08 bilhões no quarto trimestre de 2018, alta de 1,4% em relação aos três meses anteriores. No acumulado no ano passado, o lucro atingiu R$ 19,1 bilhões, representando crescimento de 30,2% na comparação com 2017, quando foram registrados R$ 14,7 bilhões. O lucro líquido recorrente, que desconsidera efeitos extraordinários, marcou R$ 5,830 bilhões no quarto trimestre, alta de 6,6%, somando R$ 21,6 bilhões no exercício de 2018, alta anual de 19,9%.

Os resultados do lucro líquido recorrente, por sua vez, que desconsidera operações que ocorrem raramente e não se referem às atividades do banco, também foram positivos: R$ 21,564 bilhões no acumulado de 2018 (alta de 19,9%). O patrimônio líquido cresceu 9,7% no ano passado, no comparativo com 2017, e 4,7%, no comparativo com terceiro trimestre. No mesmo período, o índice de inadimplência acima de noventa dias caiu 0,12%, chegando a 3,51%. No fim de 2017, a taxa era de 4,70%. Em 2018, ainda, a provisão para perdas com crédito teve uma queda expressiva de 31,80% em relação ao ano anterior. A carteira de crédito, impulsionada principalmente pelas linhas voltadas para pessoas físicas, chegou a R$ 531,6 bilhões em 20148, cifra 7,8% maior do que a registrada em 2017. Para este ano, o banco prevê um crescimento ainda maior, entre 9% e 13%

bradesquinha1Bradesco Vs. PagSeguro
24/04/2018  — O Bradesco entrou definitivamente na “guerra das maquininhas”. Através da empresa controlada Cielo, da qual é sócia junto como  Banco do Brasil, investiu em seu próprio terminal de captura de transações financeiras com cartões, denominada “Bradesquinha”. Na mira do banco estão os pequenos varejistas, clientes da instituição, mas que recorrem à concorrência na hora de escolher um parceiro para o recebimento de pagamentos. Ainda com um certo atraso, o anúncio da entrada do banco no mercado de maquininhas ajudou a derrubar as ações da rival PagSeguro na Bolsa de Nova York. Enquanto isso, os papéis da Cielo tiveram valorização de três por cento. O Bradesco espera vender e alugar cerca de 100 mil maquininhas.


 

 

 



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