Tutmés
24/04/1479 a.C. — Aconteceu no dia 24 de abril do ano 1479 antes da Era Cristã (há 3.505 anos) a ascensão do Tutmés 3.º ao cargo de faraó (rei) do Egito. Tinha apenas dois anos de idade quando o seu pai, o Tutmés 2.º morreu. Na prática, o governo ficou nas mãos da sua tia e madrasta, a Hatexepsute. Ele só assumiu o trono efetivamente quase vinte e dois anos depois no ano 1458 a.C. No geral, ficou o título de faraó por cinquenta e quatro anos até 1425 a.C., ano em que veio a falecer. Foi sucedido no cargo pelo filho, o Amenófis 3.º. O Tutmés 3.º é considerado pelos historiadores um administrador competente e um líder militar de grande valor.
TUTMÉS 3.º — Nasceu em dia e mês incertos do ano 1481 a.C. Morreu em dia e mês incertos do ano 1425 a.C. aos 56 anos. Era filho do faraó Tutmés 2.º com uma concubina chamada Ísis. A esposa principal do pai, a “Grande Esposa Real”, de acordo com o título da época, era a meia-irmã dele, a Hatexepsute. Esse casamento não gerou nenhum filho homem. Assim, o Tutmés 2.º, antes de falecer, nomeou o filho ilegítimo para sucedê-lo. Contudo, uma vez que Tutmés 3.º era demasiado novo para reinar, a madrasta se tornou-regente. Tutmés 3.º se notabilizou historicamente por suas grandes campanhas militares. Ele expandiu o Egito ao seu maior tamanho. O território ia da Núbia (atual território do Sudão) até os limites impostos pelo Rio Eufrates no sudoeste do Continente Asiático.
Troia
24/04/1184 — É tradicional e cientificamente aceito pelo sistema de datação por carbono que o dia 24 de abril do ano 1184 antes da Era Cristã (há 3.210 anos) aconteceu a capitulação da cidade de Troia diante dos gregos na famosa Guerra de Troia. O conflito começara dez anos antes a partir do sequestro consentido da rainha Helena da cidade de Esparta pelo príncipe troiano Páris Alexandre. Inconformado, o rei Menelau pediu ajuda ao irmão Agamenon, o rei da cidade de Micenas. Este reuniu todos os reinos gregos para resgatar a rainha. O que se seguiu foi um conflito sangrento. Não há um número estimado de mortos, mas alguns heróis pereceram, com destaque para o herói grego Aquiles e o príncipe troiano Heitor. A guerra foi cantada em versos pelo poeta Homero.