joao-roberto-kelly 20170812O Carnaval e Os Direitos Autorais

12/08/2017 — O Carnaval 2017 rendeu R$ 17,2 milhões a 15,1 mil titulares das músicas executadas no período. São compositores, intérpretes, músicos, editores e produtores fonográficos. As músicas foram executadas em bailes, clubes, casas de diversão, blocos e shows. Segundo o Ecad (Escritório Central de Arrecadação de Direitos Autorais), dentre as músicas mais tocadas durante os dias da folia, a clássica marchinha “Mamãe eu Quero” liderou o ranking, seguida pelas “Me Dá Um Dinheiro Aí”, “A Jardineira”, “Cabeleira do Zezé” e “Marcha do Remador”. O ranking dos titulares que mais receberam direitos autorais tem como líder o João Roberto Kelly. Compondo o “top 5” estão o Braguinha, o Jorge Ben Jor, o Haroldo Lobo e o Lamartine Babo. Clique na imagem para ampliar.

joao-roberto-kelly 20170817João Roberto Kelly: O Carnavalesco
Nasceu no dia 24 de junho de 1938, na cidade do Rio de Janeiro. Filho de um jornalista, começou a tocar piano com apenas 11 anos de idade. Mais tarde, estudou música. Na faculdade, porém, graduou-se em Direito. A primeira composição de sucesso aconteceu em 1962, quando a cantora Elisete Cardoso incluiu em seu LP a canção “Boato”. No disco seguinte, a mesma cantora incluiu a música “Esmola”. A consagração nacional viria mesmo em 1965, com a gravação, pela Emilinha Borba, da marchinha carnavalesca “Mulata Iê, Iê, Iê”. Sucesso estrondoso nos bailes cariocas, a música ganhou o Brasil. Isso o levou a investir no gênero. Paralelamente, trabalhava intensamente na criação de trilhas para produções de tevê. Tornou-se um dos autores mais consagrados da música brasileira.

joao-roberto-kelly 20170818Discografia
1954 — Samba a Quatro Mãos
1965 — Times Squares
1965 — My Fair Show
1970 — Samba Na Paróquia
1973 — Um Piano Sobe o Morro
1974 — João Roberto Kelly
1976 — Rio Dá Samba
1998 — Happy Hour


 

 



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