Educação
& despesas
31/12/2025 — O orçamento aprovado para 2026 destina R$ 233,4 bilhões para o Ministério da Educação. O Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica ultrapassará a marca dos 370 bilhões, com a União adicionando R$ 13 bilhões (23,3% a mais que em 2025). A Educação Básica receberá o maior orçamento da história. As ações na área crescerão 24,1% em relação à proposta de 2025. Na Educação Superior, as dotações para as universidades federais mostram queda de -4,5%, com cortes de quase R$ 500 milhões. Por outro lado, foram direcionados R$ 61 bilhões para as emendas parlamentares. São mais de mil propostas aprovadas. Quanto ao pessoal, o MEC deverá reajustar o piso dos professores para 2026 em 0,37%, percentual bem abaixo da inflação. A Lei Orçamentária Anual de 2026 foi sancionada no início de janeiro
Receitas
vs. Despesas
27/12/2025 — O Congresso Nacional aprovou o orçamento federal para 2026. As receitas e as despesas estão estimadas em R$ 6,5 trilhões. Nas metas fiscais, o governo vai buscar um superávit primário de R$ 34,5 bilhões, com flexibilidade para ajustes. A peça ainda prevê um salário mínimo de R$ 1.621,00, um limite de R$ 1,8 trilhão para a dívida pública e R$ 61 bilhões para atender às demandas das emendas parlamentares. As áreas que que mais vão gastar no ano que vem serão a educação e a saúde. Para as duas preveem-se custos de R$ 455 bilhões. As receitas acontecerão majoritariamente nos tributos federais, com destaque para o Imposto de Renda para pessoas físicas e pessoas jurídicas, do PIS/Cofins e do Imposto Sobre Operações Financeiras. Em 2026 entrará em vigor a lei de isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil.
Governo
& arrecadação
23/12/2025 — A arrecadação do governo federal somou R$ 226,7 bilhões em novembro, informou a Receita Federal. O resultado representa aumento real de 3,75% na comparação com o novembro do ano passado (R$ 218,5 bilhões). O recorde na arrecadação aconteceu com ajuda do aumento do Imposto Sobre Operações Financeiras. Além do IOF, a taxação das bets também contribuiu para o aumento, fator que rendeu R$ 850 milhões no mês onze.
A alta na arrecadação se deu ainda em razão do crescimento do Imposto de Renda sobre aplicações financeiras decorrentes da elevada taxa de juros e também dos juros sobre capital próprio das empresas. Nos onze primeiros meses de 2025, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal totalizou R$ 2,62 trilhões, número corrigido pela inflação. O valor representa crescimento real de 3,25% em relação ao mesmo período do ano passado, período em que acumulou R$ 2,54 trilhões.