Importações

07/02/2026 — O Governo Federal arrecadou o valor recorde de R$ 5 bilhões em imposto de importação em 2025 com as encomendas internacionais. Em 2024, o recorde anterior, a arrecadação totalizou R$ 2,88 bilhões. Segundo a Receita Federal, cinquenta milhões de brasileiros estão “cumprindo suas obrigações tributárias” por meio das empresas habilitadas no Remessa Conforme, o programa adotado para regularizar as encomendas internacionais. Em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, o governo passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre as compras internacionais de até cinquenta dólares, que até então estavam isentas. O recorde na arrecadação das encomendas internacionais aconteceu apesar da queda das remessas do exterior (165,7 milhões de encomendas).

Educação
& despesas

31/12/2025 — O orçamento aprovado para 2026 destina R$ 233,4 bilhões para o Ministério da Educação. O Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica ultrapassará a marca dos 370 bilhões, com a União adicionando R$ 13 bilhões (23,3% a mais que em 2025). A Educação Básica receberá o maior orçamento da história. As ações na área crescerão 24,1% em relação à proposta de 2025. Na Educação Superior, as dotações para as universidades federais mostram queda de -4,5%, com cortes de quase R$ 500 milhões. Por outro lado, foram direcionados R$ 61 bilhões para as emendas parlamentares. São mais de mil propostas aprovadas. Quanto ao pessoal, o MEC deverá reajustar o piso dos professores para 2026 em 0,37%, percentual bem abaixo da inflação. A Lei Orçamentária Anual de 2026 foi sancionada no início de janeiro

Receitas
vs. Despesas

27/12/2025 — O Congresso Nacional aprovou o orçamento federal para 2026. As receitas e as despesas estão estimadas em R$ 6,5 trilhões. Nas metas fiscais, o governo vai buscar um superávit primário de R$ 34,5 bilhões, com flexibilidade para ajustes. A peça ainda prevê um salário mínimo de R$ 1.621,00, um limite de R$ 1,8 trilhão para a dívida pública e R$ 61 bilhões para atender às demandas das emendas parlamentares. As áreas que que mais vão gastar no ano que vem serão a educação e a saúde. Para as duas preveem-se custos de R$ 455 bilhões. As receitas acontecerão majoritariamente nos tributos federais, com destaque para o Imposto de Renda para pessoas físicas e pessoas jurídicas, do PIS/Cofins e do Imposto Sobre Operações Financeiras. Em 2026 entrará em vigor a lei de isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil.


 

 

 



© 2017 Tio Oda - Todos os direitos reservados