SP &
Emprego

08/10/2026 — O Estado de São Paulo criou mais de 306.883 postos de emprego com carteira assinada nos primeiros oito meses de 2026. Houve queda de -29,3% em relação às vagas criadas no mesmo período de 2025: 434.654. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Ministério do Trabalho e Emprego. Em agosto de 2026, foram quase 42.533 mil vagas criadas, queda de -6,62% na comparação com agosto de 2025: 45.552 vagas. No acumulado de doze meses, o estado criou quase 175 mil oportunidades de trabalho. De acordo com os números, o estado criou 27% do total de vagas com carteira assinada do país em oito meses, 26% em agosto e 20% em doze meses. Os números consolidam São Paulo como o estado que tem maior saldo de vagas do país. Em relação à Região Sudeste, o estado foi responsável por 58% das vagas abertas.

SP &
Orçamento

orcamento

29/09/2026 — A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2027. As receitas e as despesas estão estimadas em R$ 383,5 bilhões. A maior parte das receitas virá da arrecadação tributária: R$ 298 bilhões ou 77,7% do total. O ICMS fixa-se como a principal fonte de receitas com cerca de 80% ou R$ 238,4 bilhões. O outro tributo importante é o IPVA. O estado ainda tem um sistema de arrecadação de taxas e serviços. As principais despesas do estado em 2027 serão executadas nas áreas da saúde e da educação. A primeira levará 12% de toda a arrecadação com impostos e transferências. A educação levará 25% da arrecadação com impostos. Segundo a LDO aprovada, o estado pretende atender 1,050 milhão de estudantes em 2027. São 5,4 mil escolas públicas.

SP &
arrecadação

23/09/2026 — A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo atualizou os dados da arrecadação procedida em agosto de 2026. Entraram nos cofres estaduais R$ 36,2 bilhões. Houve um pequeno aumento de 3,36% na arrecadação em relação ao desempenho de julho (R$ 35 bilhões). Na comparação com a arrecadação de agosto do ano passado (R$ 31,3 bilhões), o aumento na arrecadação marcou 15,6%. Em agosto, a maior parte da arrecadação (72,2%) veio dos impostos: R$ 26,1 bilhões. Nesse contexto, o ICMS contribuiu com R$ 21,2 bilhões ou 58,5% do total. Do valor, R$ 12,7 bilhões (60%) ficaram com o estado. Outros R$ 5,306 bilhões (25%) foram transferidos para os municípios e R$ 3,183 bilhões (15%) engordaram o caixa do fundo da educação básica. No acumulado de 2026, o estado arrecadou R$ 294,1 bilhões, 22,7% a mais do que em 2025 (R$ 239,6 bilhões).


 

 

 



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