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Fato do dia: Japão e a ascensão do Shōmu

Fato do dia: Japão e a ascensão do Shōmu

03/03/724 — No dia três de março do ano 724 (há 1.302 anos) aconteceu a abdicação da imperatriz japonesa Gensho em favor do seu sobrinho Shömu, que se tornou o novo imperador. A abdicação foi uma inciativa estratégica e comum no início do Período Nara para assegurar a continuidade da dinastia. Ela agiu como uma “guardiã” do trono. Mesmo fora, continuou a influenciar a corte até sua morte.  A Gensho nunca se casou e não teve filhos, o que facilitou a transferência do trono para a linha do seu irmão (o falecido imperador Mommu). Ela tinha assumido o trono no ano 715 com a abdicação da sua mãe, a imperatriz Gemmei.Clique no título.
Na mitologia, o Bucolião bom e o Bucolião mau

Na mitologia, o Bucolião bom e o Bucolião mau

BUCOLIÃO — Há dois indivíduos como esse nome na Mitologia Grega. O mais notável é o filho ilegítimo do rei Laemedonte da cidade de Troia. Quando cuidava dos seus rebanhos, apaixonou-se pela náiade Abarbáreia. Com ela teve dois filhos, os gêmeos Ésepo e Pédaso. Esses filhos lutaram na Guerra de Troia.Foram mortos pelo grego Euríalo. O outro Bucolião é originário da Região da Arcádia na Grécia. Era um dos cinquenta filhos do rei Licaão. Ele e seus irmãos eram conhecidos pela impiedade. Zeus então os visitou disfarçado de camponês. Eles serviram ao deus supremo uma refeição contendo os restos de uma criança. Como punição, o Zeus fulminou o Bucolião e seus irmãos com raios. Clique no...
Odhair Thristão: perfil

Odhair Thristão: perfil

ODHAIR THRISTÃO é jornalista e  bacharel em direito. Foi secretário municipal de Governo de Franca entre 2005 e 2008, chefe do controle interno da Prefeitura Municipal da mesma cidade entre 2005 e 2010 e secretário  adjunto de finanças entre 2009 e 2010.  Este site foi construído para discutir assuntos variados, em especial administração pública, cultura, esportes, personalidades, etc. Se o assunto não estiver na página frontal, procure-o com uma palavra-chave em “pesquisar”. Críticas, sugestões e correções são muito bem vindas. Clique no título para ver o perfil completo do autor.
Fato do dia: Japão e a ascensão do Shōmu
Fato do dia: Japão e a ascensão do Shōmu
Na mitologia, o Bucolião bom e o Bucolião mau
Na mitologia, o Bucolião bom e o Bucolião mau
Odhair Thristão: perfil
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copoCerveja

10/11/2024 — Um levantamento realizado pela agência de marketing Brazil Panels em parceria com a Agência Conexão Vasques apontou que 61% dos brasileiros acima dos dezoito anos consomem cerveja. A mais consumida, segundo a pesquisa, é a Brahma com 43,1%. Em seguida vem a Heineken (40,6%) e depois a Skol (36,6%). Completam o top cinco a Amstel (33,2%) e a Budweiser (28,8%). Esses números, contudo, não se repetem quando o critério é a preferência do consumidor. Afinal, existem diversos fatores que podem afastar um consumidor do seu produto de preferência.  Nesse sentido, as marcas favoritas são a Heineken (16,7%), Brahma (16,2%) e a Skol (14,2%). A pesquisa alcançou 1.715 respondentes com idades acima de dezoito anos.

Santa Loura

12/05/2016 — Mais um bom motivo para o happy hour: uma pesquisa mostrou que beber uma quantidade moderada de cerveja diariamente pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares em 25%. O estudo, publicado na revista científica Nutrition, Metabolism & Cardiovascular Disease, concluiu que o consumo de 330 mililitros diários (pouco menos de uma lata) da bebida para mulheres e 660 (pouco menos de duas latas) para os homens seria o suficiente para diminuir o risco de doença cardíaca, acidente vascular cerebral (AVC) e doença arterial. Para chegar a essa conclusão, pesquisadores do Instituto Neurológico Mediterrâneo, na Itália, revisaram 150 estudos sobre o assunto.

Eles também descobriram que, a menos que se tenha alguma pré-disposição para doenças relacionadas ao consumo de álcool ou algum tipo de dependência da substância, a ingestão diária dessa quantidade não aumenta o risco de demência, câncer e outras doenças. De acordo com os autores, o álcool e outros químicos presentes na bebida são responsáveis por esse efeito positivo. A cerveja contém altos níveis de antioxidantes — compostos que eliminam químicos nocivos à saúde —, além de minerais, como fósforo, iodo, magnésio e potássio e uma baixa quantidade de açúcar. Eles ressaltam, contudo, que beber em excesso continua sendo uma prática contraindicada. Nesse caso, a bebida está relacionada a prejuízos para a saúde.

Mais
consumida

A cerveja é uma bebida produzida a partir da fermentação de cereais, principalmente a cevada maltada. Acredita-se que tenha sido uma das primeiras bebidas alcoólicas criadas pelo ser humano. Atualmente é a terceira bebida mais popular do mundo, logo depois da água e do chá. Por outro lado, é a bebida alcoólica mais consumida. Historicamente, já era conhecida pelos antigos sumérios, egípcios, mesopotâmios e ibéricos, remontando, pelo menos, a seis mil anos antes do Jesus Cristo. A mais antiga lei que regulamenta a produção e a venda de cerveja é a Estela de Hamurabi, que data de 1760 a.C. Nela, se condenava à morte quem não respeitava os critérios de produção indicados.

Etimologicamente, “cerveja” vem do latim “cervēsia”, que, por sua vez, toma a palavra do gaulês, uma língua celta. A raiz celta parece ser um cognato do galês “cwrw” e do gaélico “coirm”. Alguns historiadores sugerem que o francês “cervoise” viria de “cerevisia”, acrescentando, em seguida, que esta viria de Ceres, deusa romana da terra e dos cereais. Essa etimologia pertence a um gênero de fantasia. Em todo caso, é amplamente aceito que “cereal” vem de “cerealis”, o que significa “pertencente à deusa Ceres”, normalmente representada com espigas de trigo na mão. A raiz comum é facilmente perceptível em suas formas em português “cerveja” e em espanhol “cerveza”. Em outros idiomas europeus, são usados ​​derivados da mesma raiz germânica, como a palavra alemã “bier”, o inglês “beer”, o francês “bière” e o italiano “birra”.

Os ingredientes básicos da cerveja são: água; uma fonte de amido, tais como malte de cevada, capaz de ser sacarificado (convertidos em açúcares), então fermentados (convertido em álcool e dióxido de carbono); uma levedura de cerveja para produzir a fermentação, e o lúpulo. Uma mistura de fontes de amido pode ser usada, com uma fonte secundária do produto, como o milho ou arroz, sendo muitas vezes denominado um adjunto, especialmente quando utilizado como um substituto de custo mais baixo para a cevada maltada. Fontes de amido menos utilizadas incluem milheto, sorgo, raiz de mandioca na África, tubérculo de batata no Brasil e agave no México, entre outros. O lúpulo que é utilizado na fabricação de cervejas é, na verdade, a flor da espécie vegetal Humulus lupulus.


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