População Franca 2018
populacao ibge

30/08/2018 — O IBGE divulgou as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros, com data de referência em 1.º de julho de 2018. Estima-se que o Brasil tenha 208,5 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento populacional de 0,82% entre 2017 e 2018, de acordo com o estudo Projeção da População. O município de São Paulo continua sendo o mais populoso do país, com 12,2 milhões de habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro (6,7 milhões), Brasília e Salvador (cerca de três milhões). Dezessete municípios brasileiros têm população superior a um milhão de pessoas e, juntos, eles somam 45,7 milhões de habitantes ou 21,9% da população brasileira.

Serra da Saudade (MG) é o município brasileiro de menor população, 786 habitantes, seguido de Borá (SP), com 836, e Araguainha (MT), com 956. A cidade de Franca, segundo o IBGE, atingiu, em 2018, o número de 350.400 habitantes, crescimento de 0,91% em relação à estimativa de 2017 (347.237). Comparando com os 645 municípios de São Paulo, Franca ocupa a vigésima primeira colocação entre as maiores populações. Em relação ao Brasil, é a septuagésima quarta. Na região, a cidade mais povoada é Ribeirão Preto, com 694.534 habitantes. Na microrregião, Pedregulho tem 16.676 habitantes; Patrocínio Paulista, 14.529; São José da Bela Vista, 8.895; Cristais Paulista, 8.541; Restinga, 7.504; Itirapuã, 6.453; Ribeirão Corrente, 4.682; Rifaina, 3.618; e Jeriquara, 3.168.


 

Desocupados Brasil 2018
desocupacao18 maio julho

31/08/2018 — A taxa de desocupação (12,3%) no Brasil, no trimestre de maio a julho de 2018, registrou queda (-0,6%) em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2018 (12,9%). Em relação ao mesmo trimestre de 2017 (12,8%), também houve redução (-0,5%). A população desocupada (12,9 milhões) caiu (-4,1%) em relação ao trimestre anterior (13,4 milhões) e também (-3,4%) quando comparada ao mesmo trimestre do ano anterior, quando havia 13,3 milhões de desocupados. A população ocupada (91,7 milhões) cresceu 1,0% (mais 928 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior. Em relação ao mesmo trimestre de 2017 (90,7 milhões), houve alta de 1,1%. O número de empregados com carteira de trabalho assinada (33 milhões) ficou estável nas duas bases de comparação. O número de empregados sem carteira de trabalho assinada (11,1 milhões) ficou estável em relação ao trimestre anterior e subiu 3,4% (mais 368 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O dados são do IBGE.

Abril a Junho
01/08/2018 — A taxa da desocupação no Brasil, no trimestre de abril a junho, ficou em 12,4%, segundo os dados da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílio, chamada de PNAD Contínua, publicados, nesta terça-feira (31), pelo IBGE. Houve uma queda de 0,7% na comparação com o trimestre anterior (janeiro a março), quando a taxa marcou 13,1%. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, o decréscimo foi de menos 0,6%. Em números absolutos, a população desocupada, identificada pela pesquisa, registrou treze milhões de pessoas, marcando um recuou de menos 5,3% frente ao trimestre anterior. No confronto com o mesmo período do ano passado também houve recuo no número de desempregados: menos 3,9%, representando 520 mil pessoas.

A população ocupada, de 91,2 milhões, aumentou 0,7%, adicional de 657 mil pessoas no mercado de trabalho em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, houve aumento de 1,1%, representando mais de um milhão de pessoas com emprego. A categoria dos trabalhadores por conta própria, de 23,1 milhões de pessoas, ficou estável em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo período de 2017, houve alta de 2,5%, representando mais 555 mil pessoas. O rendimento médio real habitual, de R$ 2.198,00 no segundo trimestre de 2018, ficou estável em ambas as comparações. A massa de rendimento real para o trimestre de abril a junho de 2018 foi de R$ 195,7 bilhões e ficou estável em ambas as comparações. A PNAD Contínua mede o nível do emprego no mercado formal e informal. Não se confunde com o CAGED do Ministério do Trabalho, que leva em consideração apenas os registros comunicados pelas empresas.


 

Trabalhadores Subutilizados
subutilizacao 06junho

19/08/2018 — No segundo trimestre de 2018, a taxa de subutilização da força de trabalho foi de 24,6%, o que representa 27,6 milhões de pessoas. Essa taxa agrega os desocupados, os subocupados por insuficiência de horas e a força de trabalho potencial. O resultado ficou estatisticamente estável em relação ao primeiro trimestre de 2018 (24,7%). Subiu, porém,  na comparação com o segundo trimestre de 2017 (23,8%). De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE, a chamada PNAD Contínua, no segundo trimestre de 2018, 74,9% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, 0,9% menos que no mesmo período de 2017. Entre os trabalhadores domésticos, 29,4% tinham carteira de trabalho assinada. No segundo trimestre de 2017, a proporção era de 30,6%. Entre abril e junho, 91,2 milhões de pessoas estavam ocupadas, sendo 67,6% de empregados, 4,8% de empregadores, 25,3% de trabalhadores por conta própria e 2,3% de trabalhadores familiares auxiliares.

População 2047
26/07/2018 — A população do Brasil deverá crescer até 2047, quando chegará a 233,2 milhões de pessoas. Nos anos seguintes, ela cairá gradualmente, até os 228,3 milhões em 2060. Essas são algumas das informações da revisão 2018 da Projeção de População do IBGE. O documento estima demograficamente os padrões de crescimento da população do país, por sexo e idade, ano a ano, até 2060. Em 2060, um quarto da população (25,5%) deverá ter mais de 65 anos. Nesse mesmo ano, o país poderá ter 67,2 indivíduos com menos de 15 e acima dos 65 anos para cada grupo de 100 pessoas em idade de trabalhar. Segundo a pesquisa, a taxa de fecundidade total para 2018 é de 1,77 filho por mulher. Em 2060, o número médio de filhos por mulher deverá reduzir para 1,66. A  idade média em que as mulheres têm filhos é de 27,2 anos em 2018 e deverá chegar a 28,8 anos em 2060.

Número de Analfabetos
26/05/2018 — A taxa de analfabetismo da população com quinze anos ou mais de idade no Brasil caiu de 7,2% em 2016 para 7,0% em 2017, mas não alcançou o índice de 6,5% estipulado, ainda para 2015, pelo Plano Nacional de Educação. As informações estão no módulo “educação” da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, divulgado pelo IBGE. Em números absolutos, a taxa representa 11,5 milhões de pessoas que ainda não sabem ler e escrever. A incidência chega a ser quase três vezes maior na faixa da população de 60 anos ou mais de idade, 19,3%, e mais que o dobro entre pretos e pardos (9,3%) em relação aos brancos (4,0%). Quatorze das 27 unidades da federação, porém, já conseguiram alcançar a meta do PNE, mas o abismo regional ainda é grande, principalmente no Nordeste. Nesta região foi registrada a maior taxa, 14,5%. As menores foram no Sul e no Sudeste, 3,5%. No Centro-Oeste e no Norte, os índices ficaram em 5,2% e 8,0%, respectivamente.

Censo Demográfico
22/05/2018 — O IBGE começou o primeiro teste de coleta de informações pela internet para o Censo Demográfico 2020. O ensaio ocorrerá em 52 municípios do país, espalhados pelas cinco grandes regiões, incluindo parte dos domicílios de todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes, além de Curitibanos, em Santa Catarina, Cravinhos, em São Paulo, e Baturité, no Ceará. No Censo 2010, o recurso foi usado apenas como alternativa à entrevista presencial, em ocasiões em que ela não foi possível. O objetivo principal do teste é avaliar o autopreenchimento do questionário e comparar com a coleta presencial. A adoção da internet como forma de coleta para pesquisas demográficas tem crescido no mundo inteiro. As entrevistas presenciais deverão começar em janeiro de 2020.


 

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