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Buno, o rei dos coríntios

Buno, o rei dos coríntios

BUNO — Filho do deus mensageiro Hermes com a Alcidâmia. O pai era um dos deuses mais mulherengos da antiguidade e a mãe uma das princesas mais bonitas da mitologia. Por isso, era também muito belo. Mas as qualidades dele também repousavam no sentido de liderança. Assim, quando o Eetes, rei da cidade de Corinto, partiu para uma expedição na região da Cólquida, recebeu a incumbência de conservar o trono para devolvê-lo em seu regresso ou, se fosse o caso, entregar a coroa ao legítimo herdeiro na ocasião propícia. O Eetes jamais voltou da Cólquida. Quando o Buno morreu, o cargo de rei passou para o Epopeu.  Clique no título para acessar o Dicionário de Mitologia.
Fato do dia: Ascensão do Tutmés 3.º

Fato do dia: Ascensão do Tutmés 3.º

24/04/1479 a.C. — Aconteceu no dia 24 de abril do ano 1479 antes da Era Cristã (há 3.505 anos) a ascensão do Tutmés 3.º ao cargo de faraó (rei) do Egito. Tinha apenas dois anos de idade quando o seu pai, o Tutmés 2.º morreu. Na prática, o governo ficou nas mãos da sua tia e madrasta, a Hatexepsute. Ele só assumiu o trono efetivamente quase vinte e dois anos depois no ano 1458 a.C. No geral, ficou com o título de faraó por cinquenta e quatro anos até 1425 a.C., ano em que veio a falecer. Foi sucedido no cargo pelo filho, o Amenófis 3.º. O Tutmés 3.º é considerado pelos historiadores um administrador competente e um líder militar de grande valor.  Clique no título.
Odhair Thristão: perfil

Odhair Thristão: perfil

ODHAIR THRISTÃO é jornalista e  bacharel em direito. Foi secretário municipal de Governo de Franca entre 2005 e 2008, chefe do controle interno da Prefeitura Municipal da mesma cidade entre 2005 e 2010 e secretário  adjunto de finanças entre 2009 e 2010.  Este site foi construído para discutir assuntos variados, em especial administração pública, cultura, esportes, personalidades, etc. Se o assunto não estiver na página frontal, procure-o com uma palavra-chave em “pesquisar”. Críticas, sugestões e correções são muito bem vindas. Clique no título para ver o perfil completo do autor.
Buno, o rei dos coríntios
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Fato do dia: Ascensão do Tutmés 3.º
Fato do dia: Ascensão do Tutmés 3.º
Odhair Thristão: perfil
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01Mawru

MAWRU é o ser supremo dos povos Eués-Fons, habitantes do leste da África antiga. De acordo com a lenda, ela criou a terra, os seres vivos e engendrou os voduns, divindades que a secundariam no comando do Universo. É associada ao Lissá, deus masculino também responsável pela criação. Os voduns são filhos e descendentes de ambos. A divindade dupla Mawu-Lissá é intitulada Dadá Sebô (grande pai espírito vital), Sé-Medô (princípio da existência) e Bé-Dotó (criador da vida). A Mawu representa o leste, a noite, a lua, a terra e o subterrâneo.

No primeiro parto, a dupla Dadá Sebô gerou os gêmeos sapatá Da Zodji e Nyohwe Ananu. Depois gerou o/a Quevioço, macho e fêmea ao mesmo tempo. No terceiro parto vieram os gêmeos Aguê e Naeté. Na quarta concepção chegou o Agué e na quinta o Gu. Na sexta geração aconteceu a Djó, atmosfera que não tinha gênero definido. No sétimo parto apareceu o Lebá. Depois de criar o Aicumbã, o mundo, a Mawu deu seu domínio aos gêmeos sapatá. Por outro lado, o , por ser muito parecido com o pai, permaneceu no Céu, governando os elementos e o clima. Ao Aguê e ao Naeté foi concedido o domínio do mar. Agué também encarregou-se das plantas e dos animais que habitam as águas. O Djó ficou responsável pela separação do Céu da Terra.

O caçula Lebá permaneceu junto da Mawu. A cada vodum filho seu, a deusa suprema ensinou uma língua diferente. Cada língua deveria ser usada nos próprios domínios deles. O Djó ficou encarregado de ensinar a linguagem dos homens, mas todos se esqueceram como falar a linguagem da Mawu, com exceção do Lebá. Assim, todos os voduns e toda a humanidade teria que recorrer ao Lebá para se comunicar com a deusa. O Lebá passou, assim, a estar em toda parte para levar e trazer mensagens dos seres criados pela mãe e pelo pai. Na iconografia, a Mawu é representada como uma anciã, trajada apenas com um pano cingindo-lhe a cintura. Caminhava apoiada num cajado na mão direita. Também levava na mão esquerda um bastão encimado por uma lua crescente com as pontas para cima.


 

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