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Buno, o rei dos coríntios

Buno, o rei dos coríntios

BUNO — Filho do deus mensageiro Hermes com a Alcidâmia. O pai era um dos deuses mais mulherengos da antiguidade e a mãe uma das princesas mais bonitas da mitologia. Por isso, era também muito belo. Mas as qualidades dele também repousavam no sentido de liderança. Assim, quando o Eetes, rei da cidade de Corinto, partiu para uma expedição na região da Cólquida, recebeu a incumbência de conservar o trono para devolvê-lo em seu regresso ou, se fosse o caso, entregar a coroa ao legítimo herdeiro na ocasião propícia. O Eetes jamais voltou da Cólquida. Quando o Buno morreu, o cargo de rei passou para o Epopeu.  Clique no título para acessar o Dicionário de Mitologia.
Fato do dia: Coroação do Basílio 2.º

Fato do dia: Coroação do Basílio 2.º

22/04/960 — Aconteceu no dia 22 de abril do ano 960 (há 1.066 anos) a coração do Basílio 2.º para o cargo de co-imperador do Império Bizantino. Era da dinastia macedônica. A coroação se deu junto com a do seu irmão, o Constantino 8.º. Como os dois eram crianças na data da coroação, o império passou a ser governado sob a supervisão do tio avô deles, o Basílio Lecapeno. Em 985 assumiu o controle total do império ao afastar o influente tio-avô. Os primeiros anos de seu reinado de fato foram dominados por guerras civis contra dois poderosos generais da aristocracia da Anatólia: primeiro o Bardas Esclero e depois o Bardas Focas. Clique no título.
Odhair Thristão: perfil

Odhair Thristão: perfil

ODHAIR THRISTÃO é jornalista e  bacharel em direito. Foi secretário municipal de Governo de Franca entre 2005 e 2008, chefe do controle interno da Prefeitura Municipal da mesma cidade entre 2005 e 2010 e secretário  adjunto de finanças entre 2009 e 2010.  Este site foi construído para discutir assuntos variados, em especial administração pública, cultura, esportes, personalidades, etc. Se o assunto não estiver na página frontal, procure-o com uma palavra-chave em “pesquisar”. Críticas, sugestões e correções são muito bem vindas. Clique no título para ver o perfil completo do autor.
Buno, o rei dos coríntios
Buno, o rei dos coríntios
Fato do dia: Coroação do Basílio 2.º
Fato do dia: Coroação do Basílio 2.º
Odhair Thristão: perfil
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01Caruso

ENRICO CARUSO nasceu no dia 25 de fevereiro de 1873 na cidade de Nápoles na Região da Campânia na Itália. Morreu no dia dois de agosto de 1921 na cidade de Sorrento, vítima de pleurisia. De origem muito humilde, iniciou os estudos de canto em 1891 com o Guglielmo Vergine. Depois cantou em igrejas e nas ruas para conseguir algum dinheiro. Chamado a prestar serviço militar, impressionou a tal ponto um oficial com a voz que foi dispensado da obrigação para que pudesse continuar os estudos.

Estreou profissionalmente na cena lírica em 1894 com a ópera “Fausto” no Teatro Bellini em Nápoles. Durante vários anos cantou em pequenas companhias em turnês pela Itália. Começou a ganhar fama no país quando cantou em 1899 na cidade de Milão a parte de Loris na ópera “Fedora” do compositor Umberto Giordano. Em 1902 emplacou o primeiro sucesso internacional ao cantar a “La Bohème” na cidade de Monte Carlo em Mônaco ao lado da soprano australiana Nellie Melba. Nesse mesmo ano realizou uma temporada em Londres.

Apareceu na pele do personagem Duque na ópera “Rigoletto” do compositor italiano Giuseppe Verdi. Embora o sucesso junto ao público londrino fosse inegável, não chegou a atingir a notoriedade dos anos seguintes. Em 1903 estreou nos Estados Unidos ao cantar na Casa Metropolitana de Ópera de Nova York. Voltou a cantar em Londres em 1904. É dessa época que data a enorme popularidade que conseguiu, principalmente na interpretação do personagem Rodolfo da ópera “La Bohème”. Participou em 1910 da primeira transmissão radiofônica em Nova York e foi um dos primeiros a fazer gravações. Cantou praticamente em todos os países da Europa, América do Norte e América do Sul. No Brasil esteve em 1903 e 1917.


 

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