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Cabírides, as filhas do Hefesto, o deus do fogo

Cabírides, as filhas do Hefesto, o deus do fogo

CABÍRIDES — Três ninfas ctônicas que presidiam os ritos e danças orgíasticas dos chamados Mistérios de Samotrácia. Conforme os relatos do historiador Estrabão (citando autores como Ferecides de Atenas e Acusilau), elas eram filhas do deus do fogo Hefesto (chamado pelos romanos de Vulcano) e da ninfa marinha Cabiro. Diferente de outras tríades famosas da mitologia (como as Moiras ou as Graças), as fontes clássicas da literatura grega antiga não preservaram nomes individuais próprios para as três Cabírides. Na tradição mitológica, elas são referidas e adoradas coletivamente apenas pelo seu nome dinástico. No culto, atuavam de forma conjunta com seus irmãos, os Cabiros. Clique no título.
Fato do dia: Tomada da Babilônia

Fato do dia: Tomada da Babilônia

12/10/539 a.C. — Aconteceu no dia doze de outubro do ano 539 antes da Era Cristã (há 2.565 anos) a tomada da cidade da Babilônia pelo rei Ciro, o Grande do Império Persa. Ele incorporou assim os territórios do então Império Babilônico ao seu próprio império. A tomada da cidade se deu sem resistência. A população estava, por questões religiosas, muito insatisfeita com o rei Nabonido. Ele teria se descuidado do culto ao deus principal Marduk em favor do deus da lua Sin. Além disso, tinha passado anos ausente da capital, o que gerou forte insatisfação interna. O Ciro aproveitou dessas circunstâncias e foi recebido como um “libertador”.  Clique no título.
Odhair Thristão: perfil

Odhair Thristão: perfil

ODHAIR THRISTÃO é jornalista e  bacharel em direito. Foi secretário municipal de Governo de Franca entre 2005 e 2008, chefe do controle interno da Prefeitura Municipal da mesma cidade entre 2005 e 2010 e secretário  adjunto de finanças entre 2009 e 2010.  Este site foi construído para discutir assuntos variados, em especial administração pública, cultura, esportes, personalidades, etc. Se o assunto não estiver na página frontal, procure-o com uma palavra-chave em “pesquisar”. Críticas, sugestões e correções são muito bem vindas. Clique no título para ver o perfil completo do autor.
Cabírides, as filhas do Hefesto, o deus do fogo
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Fato do dia: Tomada da Babilônia
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Odhair Thristão: perfil
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20180920 ft paginaVisconde de Cairu

JOSÉ DA SILVA LISBOA nasceu no dia 16 de julho de 1756, na cidade de Salvador, Bahia. Morreu no dia 20 de agosto de 1835, na cidade do Rio de Janeiro. Após os primeiros estudos, feitos no estado natal, seguiu para a cidade Coimbra, Portugal, onde se formou em Direito e estudou Matemática. De volta ao Brasil, foi ouvidor na cidade de Ilhéus (BA), em 1780, e advogado e professor de Filosofia e Grego, em Salvador, em 1782.

Nos estudos de Economia, tomou contato com a obra do Adam Smith. Sob a influência desse mestre do liberalismo econômico, escreveu a obra “Princípios de Direito Mercantil e Leis da Marinha”. O livro contém a legislação da época, indicando as fontes originais dos regulamentos do setor. Após isso, tornou-se, no Brasil, um pioneiro do Direito Comercial e dos estudos de Economia Política. A transferência da família real para o Brasil em 1808 abriu-lhe a possibilidade de colocar em prática as suas ideias.

Foi sob sua inspiração que o Dom João VI promoveu a abertura dos portos para as nações amigas, tornando mais ampla uma concessão que se pensava em fazer apenas para a Inglaterra. Como conselheiro do príncipe regente, acompanhou-o ao Rio de Janeiro, onde desenvolveu atividades políticas e literárias. Ainda em 1808,  foi nomeado regente da recém-criada cadeira de Ciência Econômica. Ocupou diversos cargos na administração do Dom João VI, influindo nas principais medidas em prol da economia do país. Publicou vários trabalhos na área econômica, obras que passaram a basear os estudos econômicos de diversos outros interessados no assunto. 

Após a proclamação da independência, foi eleito deputado à Assembleia Nacional Constituinte. Nessa ocasião, declarou-se favorável à criação de uma universidade no Rio de Janeiro. Entretanto, essa ideia não foi para a frente. Em 1825, foi agraciado com o título de barão e, no ano seguinte, com o de visconde. Além da Economia e da Literatura, dedicou-se também ao Jornalismo. Nessa condição, fundou o jornal Conciliador do Reino Unido, no qual deixou importantes artigos sobre Economia e diversas crônicas políticas. Em 2000, por ocasião das comemorações dos quinhentos anos do descobrimento, foi incluído na lista das quinhentas personalidades mais influentes do Brasil em todos os tempos. Mais tarde, a Editora 34 lançou a biografia “Visconde de Cairu”, integrante da coleção “Formadores do Brasil”.


 

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