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Brontes forjou os raios do Zeus e o tridente do Poseidon

Brontes forjou os raios do Zeus e o tridente do Poseidon

BRONTES — Ciclope, filho do Urano (Céu) e da Gaia (Terra). Urano o aprisionou no Tártaro por causa da aparência dele. Mas o Cronos os libertou brevemente, para depois aprisioná-lo novamente. Com a sua ascensão, o Zeus o libertou definitivamente. Assim, uniu-se ao deus supremo na luta contra os Titãs. Era um ferreiro divino. Forjou os raios do Zeus, o tridente do Poseidon (deus das águas) e o elmo do Hades (deus dos infernos). Mas não se deu bem com o deus Apolo. Após o filho Asclépio ser morto por um raio forjado por ele, o deus da luz vingou-se matando-o. O Brontes inspirou o personagem Ciclope do filme “X Men”.Clique no título para acessar para acessar o dicionário de Mitologia...
Fato do dia: An Lushan, o revolucionário

Fato do dia: An Lushan, o revolucionário

29/01/757 — No dia 29 de janeiro de 757 (há 1.269 anos) o revolucionário chinês An Lushan foi assassinado pelo próprio filho. O filho não concordava com o estilo de liderança que o pai vinha imprimindo na revolta contra a Dinastia Tang. A liderança da revolta passou então para o Shi Siming. O An Lushan tinha começado a revolta em 755. A mudança de comando não provocou os efeitos desejados. A revolta foi suprimida. Apesar de resultar vitoriosa, a Dinastia Tang ficou muito enfraquecida, vendo-se afetada em anos sucessivos pelo crescente poder dos chefes militares. Clique no título para saber mais.
Odhair Thristão: perfil

Odhair Thristão: perfil

ODHAIR THRISTÃO é jornalista e  bacharel em direito. Foi secretário municipal de Governo de Franca entre 2005 e 2008, chefe do controle interno da Prefeitura Municipal da mesma cidade entre 2005 e 2010 e secretário  adjunto de finanças entre 2009 e 2010.  Este site foi construído para discutir assuntos variados, em especial administração pública, cultura, esportes, personalidades, etc. Se o assunto não estiver na página frontal, procure-o com uma palavra-chave em “pesquisar”. Críticas, sugestões e correções são muito bem vindas. Clique no título para ver o perfil completo do autor.
Brontes forjou os raios do Zeus e o tridente do Poseidon
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Fato do dia: An Lushan, o revolucionário
Fato do dia: An Lushan, o revolucionário
Odhair Thristão: perfil
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20180920 ft paginaVisconde de Cairu

JOSÉ DA SILVA LISBOA nasceu no dia 16 de julho de 1756, na cidade de Salvador, Bahia. Morreu no dia 20 de agosto de 1835, na cidade do Rio de Janeiro. Após os primeiros estudos, feitos no estado natal, seguiu para a cidade Coimbra, Portugal, onde se formou em Direito e estudou Matemática. De volta ao Brasil, foi ouvidor na cidade de Ilhéus (BA), em 1780, e advogado e professor de Filosofia e Grego, em Salvador, em 1782.

Nos estudos de Economia, tomou contato com a obra do Adam Smith. Sob a influência desse mestre do liberalismo econômico, escreveu a obra “Princípios de Direito Mercantil e Leis da Marinha”. O livro contém a legislação da época, indicando as fontes originais dos regulamentos do setor. Após isso, tornou-se, no Brasil, um pioneiro do Direito Comercial e dos estudos de Economia Política. A transferência da família real para o Brasil em 1808 abriu-lhe a possibilidade de colocar em prática as suas ideias.

Foi sob sua inspiração que o Dom João VI promoveu a abertura dos portos para as nações amigas, tornando mais ampla uma concessão que se pensava em fazer apenas para a Inglaterra. Como conselheiro do príncipe regente, acompanhou-o ao Rio de Janeiro, onde desenvolveu atividades políticas e literárias. Ainda em 1808,  foi nomeado regente da recém-criada cadeira de Ciência Econômica. Ocupou diversos cargos na administração do Dom João VI, influindo nas principais medidas em prol da economia do país. Publicou vários trabalhos na área econômica, obras que passaram a basear os estudos econômicos de diversos outros interessados no assunto. 

Após a proclamação da independência, foi eleito deputado à Assembleia Nacional Constituinte. Nessa ocasião, declarou-se favorável à criação de uma universidade no Rio de Janeiro. Entretanto, essa ideia não foi para a frente. Em 1825, foi agraciado com o título de barão e, no ano seguinte, com o de visconde. Além da Economia e da Literatura, dedicou-se também ao Jornalismo. Nessa condição, fundou o jornal Conciliador do Reino Unido, no qual deixou importantes artigos sobre Economia e diversas crônicas políticas. Em 2000, por ocasião das comemorações dos quinhentos anos do descobrimento, foi incluído na lista das quinhentas personalidades mais influentes do Brasil em todos os tempos. Mais tarde, a Editora 34 lançou a biografia “Visconde de Cairu”, integrante da coleção “Formadores do Brasil”.


 

A Gata do Dia

 20260129 Stephanie Gilmore

 



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