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Fato do dia: Destruição do Templo da Ártemis

Fato do dia: Destruição do Templo da Ártemis

21/07/356 a.C. — Um incêndio criminoso destruiu o Templo de Ártemis da cidade de Éfeso (território da atual Turquia) no dia 21 de julho do ano 356 antes da Era Cristã (há 2.382 anos). O templo era considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo. Era composto por 127 colunas de mármore, com vinte metros de altura cada uma. Ocupava uma área de 458,2 mil metros quadrados. A construção foi iniciada por volta do ano 500 a.C., com base num projeto do arquiteto cretense Quersifrão. A inauguração se deu no ano 550 a.C. O autor do incêndio foi um homem chamado Heróstrato. Ele confessou ter cometido o crime para obter fama eterna. Parece que conseguiu! Clique no título.
O Caanto foi morto pelo deus Apolo

O Caanto foi morto pelo deus Apolo

CAANTO — Filho do deus Oceano e da deusa Tétis. Ficou arrasado com o rapto da irmã, a ninfa Mélia, pelo deus Apolo. Era muito apegado a ela. Transtornado, saiu pelo à procura dela, mas não conseguiu encontrá-la. Enfurecido, ateou fogo num santuário dedicado ao deus. Apolo o matou com uma flechada. O Caanto foi sepultado na cidade de Tebas, bem junto à fonte do deus da guerra Ares. Por seu lado, a Mélia teve ligação duradoura com o Apolo. Teve dois filhos do deus: Ismênio e o Tênaro. Depois de morta, deu nome a uma fonte na cidade de Tebas. Passou a ser cultuada no templo do Apolo.  Clique no título.
Odhair Thristão: perfil

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ODHAIR THRISTÃO é jornalista e  bacharel em direito. Foi secretário municipal de Governo de Franca entre 2005 e 2008, chefe do controle interno da Prefeitura Municipal da mesma cidade entre 2005 e 2010 e secretário  adjunto de finanças entre 2009 e 2010.  Este site foi construído para discutir assuntos variados, em especial administração pública, cultura, esportes, personalidades, etc. Se o assunto não estiver na página frontal, procure-o com uma palavra-chave em “pesquisar”. Críticas, sugestões e correções são muito bem vindas. Clique no título para ver o perfil completo do autor.
Fato do dia: Destruição do Templo da Ártemis
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O Caanto foi morto pelo deus Apolo
O Caanto foi morto pelo deus Apolo
Odhair Thristão: perfil
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20180920 ft paginaVisconde de Cairu

JOSÉ DA SILVA LISBOA nasceu no dia 16 de julho de 1756, na cidade de Salvador, Bahia. Morreu no dia 20 de agosto de 1835, na cidade do Rio de Janeiro. Após os primeiros estudos, feitos no estado natal, seguiu para a cidade Coimbra, Portugal, onde se formou em Direito e estudou Matemática. De volta ao Brasil, foi ouvidor na cidade de Ilhéus (BA), em 1780, e advogado e professor de Filosofia e Grego, em Salvador, em 1782.

Nos estudos de Economia, tomou contato com a obra do Adam Smith. Sob a influência desse mestre do liberalismo econômico, escreveu a obra “Princípios de Direito Mercantil e Leis da Marinha”. O livro contém a legislação da época, indicando as fontes originais dos regulamentos do setor. Após isso, tornou-se, no Brasil, um pioneiro do Direito Comercial e dos estudos de Economia Política. A transferência da família real para o Brasil em 1808 abriu-lhe a possibilidade de colocar em prática as suas ideias.

Foi sob sua inspiração que o Dom João VI promoveu a abertura dos portos para as nações amigas, tornando mais ampla uma concessão que se pensava em fazer apenas para a Inglaterra. Como conselheiro do príncipe regente, acompanhou-o ao Rio de Janeiro, onde desenvolveu atividades políticas e literárias. Ainda em 1808,  foi nomeado regente da recém-criada cadeira de Ciência Econômica. Ocupou diversos cargos na administração do Dom João VI, influindo nas principais medidas em prol da economia do país. Publicou vários trabalhos na área econômica, obras que passaram a basear os estudos econômicos de diversos outros interessados no assunto. 

Após a proclamação da independência, foi eleito deputado à Assembleia Nacional Constituinte. Nessa ocasião, declarou-se favorável à criação de uma universidade no Rio de Janeiro. Entretanto, essa ideia não foi para a frente. Em 1825, foi agraciado com o título de barão e, no ano seguinte, com o de visconde. Além da Economia e da Literatura, dedicou-se também ao Jornalismo. Nessa condição, fundou o jornal Conciliador do Reino Unido, no qual deixou importantes artigos sobre Economia e diversas crônicas políticas. Em 2000, por ocasião das comemorações dos quinhentos anos do descobrimento, foi incluído na lista das quinhentas personalidades mais influentes do Brasil em todos os tempos. Mais tarde, a Editora 34 lançou a biografia “Visconde de Cairu”, integrante da coleção “Formadores do Brasil”.


 

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