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Fato do dia: Coroação do Carlos, o Gordo

Fato do dia: Coroação do Carlos, o Gordo

12/02/881 — Aconteceu no dia doze de fevereiro de 881 (há 1.145 anos) a coroação do Carlos, o Gordo como imperador sacro romano. O ato foi procedido pelo Papa João 8.º. O coroado já ostentava o cargo de rei da Itália. Ele obteve o direito à coroa do Império Sacro Romano por causa da morte do seu irmão, o imperador Carlos 2.º. Ambos eram bisnetos do Carlo Magno, o fundador da Dinastia Carolíngia. O “Gordo” governou o império por sete anos até janeiro de 888. A administração dele foi marcada pela tentativa fracassada de reunificar o fragmentado império e pela incapacidade de conter as invasões vikings. Clique no título.
Na mitoplogia, o Bucolião bom e o Bucolião mau

Na mitoplogia, o Bucolião bom e o Bucolião mau

BUCOLIÃO — Há dois indivíduos como esse nome na Mitologia Grega. O mais notável é o filho ilegítimo do rei Laemedonte da cidade de Troia. Quando cuidava dos seus rebanhos, apaixonou-se pela náiade Abarbáreia. Com ela teve dois filhos, os gêmeos Ésepo e Pédaso. Esses filhos lutaram na Guerra de Troia.Foram mortos pelo grego Euríalo. O outro Bucolião é originário da Região da Arcádia na Grécia. Era um dos cinquenta filhos do rei Licaão. Ele e seus irmãos eram conhecidos pela impiedade. Zeus então os visitou disfarçado de camponês. Eles serviram ao deus supremo uma refeição contendo os restos de uma criança. Como punição, o Zeus fulminou o Bucolião e seus irmãos com raios. Clique no...
Odhair Thristão: perfil

Odhair Thristão: perfil

ODHAIR THRISTÃO é jornalista e  bacharel em direito. Foi secretário municipal de Governo de Franca entre 2005 e 2008, chefe do controle interno da Prefeitura Municipal da mesma cidade entre 2005 e 2010 e secretário  adjunto de finanças entre 2009 e 2010.  Este site foi construído para discutir assuntos variados, em especial administração pública, cultura, esportes, personalidades, etc. Se o assunto não estiver na página frontal, procure-o com uma palavra-chave em “pesquisar”. Críticas, sugestões e correções são muito bem vindas. Clique no título para ver o perfil completo do autor.
Fato do dia: Coroação do Carlos, o Gordo
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Na mitoplogia, o Bucolião bom e o Bucolião mau
Na mitoplogia, o Bucolião bom e o Bucolião mau
Odhair Thristão: perfil
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20180920 ft paginaVisconde de Cairu

JOSÉ DA SILVA LISBOA nasceu no dia 16 de julho de 1756, na cidade de Salvador, Bahia. Morreu no dia 20 de agosto de 1835, na cidade do Rio de Janeiro. Após os primeiros estudos, feitos no estado natal, seguiu para a cidade Coimbra, Portugal, onde se formou em Direito e estudou Matemática. De volta ao Brasil, foi ouvidor na cidade de Ilhéus (BA), em 1780, e advogado e professor de Filosofia e Grego, em Salvador, em 1782.

Nos estudos de Economia, tomou contato com a obra do Adam Smith. Sob a influência desse mestre do liberalismo econômico, escreveu a obra “Princípios de Direito Mercantil e Leis da Marinha”. O livro contém a legislação da época, indicando as fontes originais dos regulamentos do setor. Após isso, tornou-se, no Brasil, um pioneiro do Direito Comercial e dos estudos de Economia Política. A transferência da família real para o Brasil em 1808 abriu-lhe a possibilidade de colocar em prática as suas ideias.

Foi sob sua inspiração que o Dom João VI promoveu a abertura dos portos para as nações amigas, tornando mais ampla uma concessão que se pensava em fazer apenas para a Inglaterra. Como conselheiro do príncipe regente, acompanhou-o ao Rio de Janeiro, onde desenvolveu atividades políticas e literárias. Ainda em 1808,  foi nomeado regente da recém-criada cadeira de Ciência Econômica. Ocupou diversos cargos na administração do Dom João VI, influindo nas principais medidas em prol da economia do país. Publicou vários trabalhos na área econômica, obras que passaram a basear os estudos econômicos de diversos outros interessados no assunto. 

Após a proclamação da independência, foi eleito deputado à Assembleia Nacional Constituinte. Nessa ocasião, declarou-se favorável à criação de uma universidade no Rio de Janeiro. Entretanto, essa ideia não foi para a frente. Em 1825, foi agraciado com o título de barão e, no ano seguinte, com o de visconde. Além da Economia e da Literatura, dedicou-se também ao Jornalismo. Nessa condição, fundou o jornal Conciliador do Reino Unido, no qual deixou importantes artigos sobre Economia e diversas crônicas políticas. Em 2000, por ocasião das comemorações dos quinhentos anos do descobrimento, foi incluído na lista das quinhentas personalidades mais influentes do Brasil em todos os tempos. Mais tarde, a Editora 34 lançou a biografia “Visconde de Cairu”, integrante da coleção “Formadores do Brasil”.


 

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