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Fato do dia: Batalha de Stilo

Fato do dia: Batalha de Stilo

14/07/982 — Aconteceu no dia 14 de julho do ano 982 (há 1.044 anos), a Batalha de Stilo, também chamada historicamente de Batalha do Cabo Colonna. O conflito impôs o exército do imperador sacro romano-germânico Oto 2.º ao exército do emir Abu'l-Qasi, o líder da dinastia muçulmana da Sicília. No contexto histórico, o imperador sacro romano-germânico buscava expandir seus domínios no sul da Península Itálica. Ameaçava assim os territórios bizantinos e os enclaves muçulmanos na região. Em resposta à invasão germânica, o emir Abu'l-Qasim declarou uma guerra santa (jihad) para conter as forças imperiais.  Clique no título.
O Caanto foi morto pelo deus Apolo

O Caanto foi morto pelo deus Apolo

CAANTO — Filho do deus Oceano e da deusa Tétis. Ficou arrasado com o rapto da irmã, a ninfa Mélia, pelo deus Apolo. Era muito apegado a ela. Transtornado, saiu pelo à procura dela, mas não conseguiu encontrá-la. Enfurecido, ateou fogo num santuário dedicado ao deus. Apolo o matou com uma flechada. O Caanto foi sepultado na cidade de Tebas, bem junto à fonte do deus da guerra Ares. Por seu lado, a Mélia teve ligação duradoura com o Apolo. Teve dois filhos do deus: Ismênio e o Tênaro. Depois de morta, deu nome a uma fonte na cidade de Tebas. Passou a ser cultuada no templo do Apolo.  Clique no título.
Odhair Thristão: perfil

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ODHAIR THRISTÃO é jornalista e  bacharel em direito. Foi secretário municipal de Governo de Franca entre 2005 e 2008, chefe do controle interno da Prefeitura Municipal da mesma cidade entre 2005 e 2010 e secretário  adjunto de finanças entre 2009 e 2010.  Este site foi construído para discutir assuntos variados, em especial administração pública, cultura, esportes, personalidades, etc. Se o assunto não estiver na página frontal, procure-o com uma palavra-chave em “pesquisar”. Críticas, sugestões e correções são muito bem vindas. Clique no título para ver o perfil completo do autor.
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O Caanto foi morto pelo deus Apolo
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Odhair Thristão: perfil
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meu-pe p1Meu Pé de Laranja Lima
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Estreou em 100 salas de cinema do Brasil o novo filme baseado no romance do escritor carioca (nascido em Bangu) José Mauro de Vasconcelos, escrito em 1968. A obra atravessou fronteiras internacionais, foi traduzida em trinta e dois idiomas e virou até história em quadrinnos na Coreia do Sul. O garoto João Guilherme Ávila, filho do cantor sertanejo Leonardo, faz o protagonista Zezé, o menino que conversa com sua árvore de estimação e encontra na natureza dessa relação a atenção que não tinha no seio de uma família miseravelmente pobre.

O livro foi um dos mais lidos pela criançada do princípio dos anos 1970. O texto era comparado frequentemente a outros três romances muito recomendados na escola. O autor brasileiro conseguiu estabelecer uma paridade de interesse de leitura com obras de fôlego como “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupery, “Fernão Capelo Gaivota”, de Richard Bach, e “O Menino do Dedo Verde”, de Maurice Druon. A temática como uma ode romanceada de amor à natureza, presente nos três livros estrangeiros e em Meu Pé de Laranja Lima, já era uma abordagem experimentada pelo autor seis anos antes, no poético “Rosinha Minha Canoa”.

O Brasil estava em clima de conquista da Copa do Mundo, no México, quando o livro ganhou versões para cinema e para a televisão. Haroldo Botta encarnou o pequeno protagonista na trama de Ivani Ribeiro, exibida na saudosa TV Tupi a partir de setembro de 1970. Até mais do que a novela, em que pese o volume da audiência, o filme produzido pelo famoso estúdio Herbert Richers, fez o país inteiro lacrimar com a história do garotinho pobre que superava suas angústias e a miséria familiar conversando com uma árvore. Nos álbuns de figurinhas daqueles anos, principalmente da série “Cirandinha” e outros com ídolos da televisão, as imagens de Meu Pé de Laranja Lima eram cultuadas pela meninada, tanto as do filme quanto as da novela. O próprio livro foi um sucesso.

meu-pe in1Dez anos depois, já em 1980, a obra foi novamente adaptada para a televisão, e mais uma vez com a dramaturga paulista Ivani Ribeiro responsável pelo roteiro. O Zezé da TV Bandeirantes foi o jovem ator Alexandre Raymundo, em seu primeiro trabalho. Em 1998, a mesma TV Bandeirantes, já abreviada para Band, exibiu nova versão do romance com texto da carioca Ana Maria Mortetzsohn, uma cria dos núcleos noveleiros da TV Globo. O menino Caio Romei interpretou o imortal Zezé.

No mais novo remake cinematográfico, que promete repetir a popularidade histórica da obra, tem produção de Kátia Machado, roteiro de Marcos Bernstein (também é diretor) e Melanie Dimantas. Foi filmado em Cataguases (MG). No longa-metragem, que levou dez anos para ser concebido, o ator global e militante petista José de Abreu interpreta o rabugento e ao mesmo tempo bondoso Manuel Valadares, o Portuga, melhor amigo do garoto Zezé e sua maior referência lúdica. O papel já foi de Aurélio Teixeira, no filme de 1970, de Claudio Corrêa e Castro na novela do mesmo ano, de Dionísio Azevedo em 1980 e de Gianfrancesco Guarnieri em 1998. Menos dotado artisticamente do que todos eles, Zé de Abreu tem recebido bons elogios da crítica.

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