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10/02/2020 — O desempenho na pele do Coringa no filme homônimo garantiu ao Joaquin Phoenix o primeiro Oscar na carreira. A Academia de Ciências e Artes Cinematogaráficas reconheceu o talento do ator, que deu nova roupagem — e maquiagem — ao personagem. Foi a confirmação de uma carreira brilhante nos cinemas. A bilheteria mundial fechou em US$ 1,072 bilhão.

Antes do Oscar, o Phoenix já tinha levado o prêmio Bafta, a maior láurea do cinema britânico, o troféu do Sindicato dos Atores dos Estados Unidos e o Globo de Ouro. Em termos de interpretação, o ator já tinha tido o seu traballho reconhecido pela crítica em 2000 com o prêmio do Sindicato dos Atores pelo desempenho no filme “Gladiador”. Em 2005, faturou o Globo de Ouro pela comédia romântica “Johnny & June”. Por causa do sucesso do Coringa, os produtores já anunciaram o “Coringa 2” para 2021.

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JOAQUIN RAFAEL BOTTON nasceu no dia 28 de outubro de 1974, na cidade de São João, capital do Porto Rico. Filho de um carpinteiro, mudou-se ainda criança para os Estados Unidos, fixando-se na cidade de Los Angeles. Descoberto por um procurador de talentos, começou a carreira na televisão com oito anos de idade, em 1982. Participou de diversas produções televisivas até 1987, quando estreou no cinema, no drama “Corrida Contra o Tempo”. Ator de grandes recursos técnicos, teve a melhor oportunidade na tela grande em 2000 ao interpretar o imperador romano Commodus no drama histórico “Gladiador”. Na trama, ele rivalizou com o Russell Crowe.

De quebra, o Commodus mantinha uma relação incestuosa com a irmã Lucilla, vivida pela atriz Connie Nielsen. Por isso, tratava o sobrinho Lucius com obsessão. No fim do filme, num duelo de espadas, é morto pelo ex-soldado e galadiador Maximus. O “Gladiador” levou o Oscar de melhor filme do ano e alavancou a carreira do Joaquin Phoenix. Em 2005, ele ganhou o Globo de Ouro de melhor ator de musical ao encarnar o cantor country John Cash, no filme “Johnny & June”. Em 2012, faturou o prêmio Coppa Volpi, oferecido ao melhor ator do Festival de Veneza, pelo desempenho no drama “O Mestre”. Voltou a brilhar em 2017 com o drama de mistério “Você Nunca Esteve Realmente Aqui”, com qual ganhou o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes. No total, na carreira, até 2019, registra 51 créditos. Em 2020, ganhou o Globo de Ouro e o Oscar pelo desempenho na fantasia “Coringa”.


 

 

 



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