Constâncio 3.º
08/02/421 — No dia oito de fevereiro de 421 (há 1.605 anos) o general Flávio Constâncio foi elevado ao cargo de co-imperador romano do Ocidente pelo então imperador Flávio Honório. Tratou-se de um arranjo político. O novo co-imperador era casado com a irmã do imperador, a Gala Placídia. Constâncio 3.º co-governou apenas sete meses no ano 421. Seu breve reinado teve como foco a consolidação do poder do império interna e externamente. A morte dele, de acordo com os registros históricos, decorreu de insuficiência cardíaca causada por hidropisia. A autópsia indicou excesso de líquidos serosos nos tecidos do coração.
O Constâncio 3.º nasceu em dia e mês incertos do ano 368 na cidade de Naisso no atual território da Sérvia. Foi um militar de carreira. Entrou no exército romano com dezoito anos. Exerceu diversos cargos até chegar ao posto máximo de mestre dos soldados, o comandante geral, cargo semelhante ao de general. Nesse posto, tornou-se o esteio do Império Romano do Ocidente, devido principalmente à fraqueza do imperador Flávio Honório. Este, vendo-se acossado por vários usurpadores, especialmente o Máximo Tirano e o Flávio Constantino, não viu outra alternativa a não ser elevar o cunhado ao cargo de co-imperador. No cargo, o Constâncio derrotou os dois usurpadores e consolidou o poder imperial. O filho dele, o Plácido Valentiano, viria a ocupar o cargo de imperador em 425.
Polícia Secreta
08/02/1950 — Foi criado no dia oito de fevereiro de 1950 na Alemanha Oriental o Ministério para a Segurança do Estado, popularmente conhecido como “Stasi”, a polícia secreta do país. O órgão vigorou até o dia dezesseis de maio de 1990. A Stasi concentrava as operações na cidade de Berlim Oriental, onde mantinha de um complexo serviço de agentes. É reconhecida como um dos serviços de inteligência mais efetivos do mundo. O principal objetivo era espionar a população pela via de uma enorme rede de espionagem de civis-informantes. A repressão política era uma das prioridades. Combatia a oposição com tortura psicológica. No total, mais de 250 mil alemães foram presos por razões políticas pela Stasi durante os quarenta anos de existência.