Babilônia

26/02/747 a.C. — Começou no dia 26 de fevereiro do ano 747 (há 2.773 anos) o governo do rei Nabonassar na cidade da Babilônia. A data é cientificamente aceita. Foi calculada depois de estudos em fósseis achados no território (datação por carbono) e em documentos históricos traduzidos por especialistas modernos. A Babilônia localizava-se na Mesopotâmia, na região que hoje corresponde ao centro do Iraque, aproximadamente a 100 quilômetros ao sul da atual capital, Bagdá, e próximo à cidade moderna de Hillah. Ficava nas margens do Rio Eufrates na Baixa Mesopotâmia. Serviu de capital de impérios importantes. A cidade teve diversos reis.

A história da Babilônia começou em 1792 a.C. com a ascensão do Império Amorita. O mais notável dos reis amoritas foi o Hamurabi. Ele escreveu um código de leis, cujo texto baseou-se na Lei de Talião (“olho por olho, dente por dente”). A cidade conheceu o auge no Império Neo-Babilônico (600 a.C.). Começou a declinar ao ser conquistada pelos persas em 539 a.C. Esse declínio continuou nos séculos posteriores. A Babilônia é amplamente citada na Bíblia, tanto no antigo quanto no Novo Testamento. Para a Bíblia, ela representava inicialmente a potência opressora do exílio judaico e posteriormente um símbolo do mal e da oposição a deus (Apocalipse 17-18). Ela aparece como local do cativeiro, local da Torre de Babel e como um “cálice de ouro” que embriagou as nações.

Galileu

26/02/1616 — Foi assinado no dia 26 de fevereiro de 1616 (há 410 anos) o decreto de banimento da Igreja Católica do astrônomo Galileu Galilei. Crime do cientista: expor a teoria de que a Terra orbita em torno do Sol, tese defendida anteriormente pelo astrônomo Nicolau Copérnico. Os problemas do Galilei com a igreja começaram bem antes disso. O processo de heresia instaurado pela inquisição passou por 1616 e só terminou em 1633. Neste ano, o cientista foi condenado. Teve de renunciar formalmente às suas crenças para não ser queimado na fogueira. Foi mantido em prisão domiciliar e não pôde dar andamento às suas pesquisas. As perseguições da Igreja Católica aos cientistas fizeram o desenvolvimento da humanidade atrasar em mais de 500 anos.


 

 

 



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