Morte
do Joviano
17/02/364 — Aconteceu no dia dezessete de fevereiro de 364 (há 1.662 anos) a morte do imperador romano Flávio Joviano. Há diferentes hipóteses para as causas da morte. Para a maioria dos historiadores, o imperador morreu vítima de um ataque de indigestão. Registros indicam que no dia ele havia se excedido na alimentação e na bebida. Outros apontam como causas os efeitos nocivos do cheiro de tinta da tenda onde ele se encontrava. Outros ainda garantem que a causa teria sido a fumaça exalada pelas fogueiras do acampamento. Ele teria ordenado a queima de grande quantidade de carvão para combater o extremo frio.
FLÁVIO JOVIANO nasceu em dia e mês incertos do ano 331. Era, como a maioria dos imperadores da época, de origem militar. Exerceu diversos cargos no exército romano até chegar a general com menos de trinta anos. Ganhou fama nas lutas contra o Império Sassânida, um poderoso império pré-islâmico. Obteve assim as graças do então imperador Flávio Cláudio Juliano. Com a morte inesperada do Juliano, fez-se um apressado processo de eleição. Primeiramente, os oficiais generais optaram por elevar o nome do Saturnino Salustiano, o prefeito pretoriano. Mas este se recusou a assumir a responsabilidade. Os olhos dos eleitores se voltaram então para o Joviano, que prontamente aceitou o cargo. Ele governou apenas sete meses entre julho de 363 a fevereiro de 364.
Bruno
17/02/1600 — O dia dezessete de fevereiro de 1600 (há 426 anos) marca uma das datas mais nefastas para a história da humanidade. Nesse dia, a Igreja Católica assassinou o matemático, filósofo e escritor Giordano Bruno. Com requintes de crueldade, a vítima foi queimada na fogueira até exaurir-se. Crime do Giordano Bruno: ter pensamentos próprios sobre o universo. Por defender a tese de que o universo é infinito e que, portanto, não poderia ter um centro. Por essas e outras ideias resultantes de estudos matemáticos, caiu na intolerância da Santa Inquisição. Foi preso, “julgado” e condenado à morte por heresia. Na história da Igreja Católica, diversos outros cientistas foram perseguidos e impedidos de trabalhar, com destaque para o astrônomo Galileu Galilei.