edward-gibbon in1Edward Gibbon
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Nasceu no dia 27 de abril de 1737, na localidade de Putney, Londres, Inglaterra. Morreu no dia 16 de janeiro de 1794, na cidade de Londres.

Criança doentia, só foi à escolas por dois anos, mas estudou por conta própria os mais variados temas. Em 1752, com apenas quinze anos, ingressou na Universidade de Oxford, mas abandonou esses estudos catorze meses depois. Nessa ocasião, convertido ao catolicismo, o pai o enviou para Lausanne, na Suíça, confiando-o a um pastor calvinista, na esperança de que retornasse ao protestantismo. Ficou naquela cidade por cinco anos, adquirindo uma vasta cultura. Em 1757, imbuído do ceticismo iluminista, retornou para a Inglaterra, tornando-se capitão da Milícia de Hampshire por dois anos.

declinio-e-queda c1A seguir, dedicou-se a estudos históricos, começando a escrever sobre o assunto. Em 1761, publicou, em francês, a obra Ensaio sobre o Estudo da Literatura. Dois anos depois, viajou a Roma, onde nasceu a ideia da grande obra A História do Declínio e Queda do Império Romano (clique na imagem para comprar). O livro cobre não somente a história da Roma imperial, mas também a do Império Bizantino e da Alta Idade Média Ocidental. Após a morte do pai em 1770, retornou para o seu país, tornando-se membro do parlamento entre 1774 e 1783. Notabilizou-se no cargo pela violenta oposição à independência das colônias americanas.

Após sete anos de trabalho, publicou a primeira parte de sua grande obra. Obteve sucesso imediato, apesar das polêmicas motivadas por sua interpretação nacionalista das origens do cristianismo. Em 1783, retornou a Lausanne, onde terminou sua História. Cinco anos depois, publicou-a integralmente na Inglaterra. A obra é considerada a primeira da história moderna porque procura explicações para eventos históricos em termos de sociedade, cultura e política, em vez de seguir uma lógica de um plano divino. Autores cristãos prévios quase sempre explicaram acontecimentos em termos religiosos e não procuraram as explicações científicas para os fenômenos. O inglês se manteve fiel a um ceticismo crítico e escreveu uma versão bem diferente da história. Em 1793, produziu uma autobiografia, publicada postumamente em 1796.

 

 


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