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George Steiner: na vanguarda da crítica literária mundial

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FRANCIS GEORGE STEINER nasceu no dia 23 de abril de 1929, na cidade de Paris.

Durante a maior parte de sua vida profissional, ensinou literatura comparada na Universidade de Genebra. Também escreveu livros sobre filosofia, liguística, história intelectual e publicou contos. Num desses contos imaginou Hitler na América Latina. Seu primeiro livro — Tolstói ou Dostoiévski? — foi publicado em 1959. Sempre se autodescreveu como apaixonado por poesia, música e filosofia. Lê pelo menos sete idiomas com facilidade. Suas publicações incluem trabalhos de crítica literária tais como A Morte da Tragédia (1961), ficção, estudos sobre idioma e tradução como Depois de Babel (1975), trabalhos filosófico-religiosos como Presenças Reais (1989) e até mesmo um relatório sobre um torneio de xadrez, Cavalos de Reykjavik (1973).

Nesses diferentes livros, o autor frequentemente faz referências às ciências naturais, da astrofísica à etologia. Obras lançadas no Brasil: Heidegger (2001, Editora Fundo de Cultura), Nenhuma Paixão Desperdiçada (2001, Editora Record), Gramática da Criação (2004, Editora Globo), Lições dos Mestres (2005, Editora Record), A Morte da Tragédia (2006, Editora Perspectiva) e Tolstói ou Dostoiévski? (2007, Editora Perspectiva). Recebeu, em 2001, o Prêmio Príncipe das Astúrias de Comunicação e Humanidades, ofertado pelo governo espanhol, e é membro honorário da Real Academia de Artes do Reino Unido. É também doutor honoris causa em literatura pela Universidade de Lisboa.


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