adriano IaAdriano I
Nasceu em dia e mês incertos do ano de 721 e morreu no dia 25 de dezembro de 795, na cidade de Roma, Itália. Filho de nobres romanos, foi educado à sombra da Igreja Católica. Tornou-se papa no dia 1.º de fevereiro de 772, sucedendo ao Estevão III. Logo que tomou posse reagiu contra os escândalos do papado anterior. Cortou relações com o Desidério, rei dos lombardos, e pediu ajuda ao Carlos Magno. O imperador franco, em 774, expulsou o Desidério e assumiu, ele próprio, a coroa lombarda. Trabalhou, assim, com o novo rei, para conseguir concessões territoriais, dando ao Estado Papal os seus contornos finais.

Em 787, o Concílio de Niceia decretou a restauração do culto das imagens. Esse ato foi confirmado por ele, embora tenha sido repudiado pela igreja franca. O incidente levou a uma longa correspondência teológica com o Carlos Magno. O pontífice não conseguiu fazer com que o imperador aceitasse a condenação de iconoclastas, os destruidores de imagens santas. Segundo os historiadores,  guiou a igreja com firmeza, na disciplina e na fé. Condenou o “adocionismo” do Elipando, bispo de Toledo, que ensinava ser Jesus Cristo apenas filho adotivo de Deus. Reconstruiu os muros de Roma (trezentas e oitenta torres) e os aquedutos, protegeu as artes e a agricultura. Foi sucedido pelo Leão III.


 

 

 



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